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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Reinaldo Azevedo,o Bobo da Corte do Tucanato
































Reinaldo Azevedo é um tolo e um dublê de jornalista.

Ganhou uma legião de fãs (alienados) que bebem suas palavras como se fosse um messias midiático.

Suas tolices já foram motivo de chacota na imprensa de verdade e na blogosfera (que ele detesta,afinal nos blogs não nos submetemos aos ditames de editores vendidos ao sistema).

Boa parte  de seus...como poderia chamar...de "artigos" são direcionados por seu mentor Roberto Civita, magano da imprensa tupiniquim,mais famoso por ter sua mais famosa publicação implicada na CPI do Cachoeira, como réu,junto com seu editor chefe Policarpo Junior.

Com tudo isso já seria possível desqualificar Azevedo. 

Mas ele foi um pouquinho além de suas doses homeopáticas de idiotice, ao chamar Niemeyer de idiota.

 Não vou entrar no mérito da questão, a democracia  permite nos expressarmos livremente, ainda que seja para nos expormos ao ridículo, como foi no caso do "jornalista" da Veja.







O pseudo jornalista comete inúmeros erros (como de costume) e pouquíssimos acertos. Niemeyer deveria ter criticado os gulags sim,enquanto se dizia comunista e,conseguinte,admirador do regime soviético. Eram um horror do Grande Irmão contra seus desafetos. Se Hitler matou mais de 2,5 milhões de judeus,Stálin matou mais de 15 milhões de desafetos e para justificar sua limpeza étnica. Quando os nazistas chegaram à Ucrânia,foram saudados como salvadores,e os moradores apoiaram livremente o exército alemão,tamanho ódio e rejeição ao regime stalinista.

 Mas isso deveria ter sido dito em vida para Oscar Niemeyer. A crítica do dublê de jornalista era pra ter sido feita na cara do arquiteto,e não de maneira covarde,após sua morte quando sua família e amigos estão ainda abalados pelo acontecido. Reinaldo sempre opta pela necessidade extrema de auto afirmação.  Ele precisa ser o centro das atenções, custe o que custar. Talvez para compensar coisas erradas e desconexas em sua "vida".

  Desconta em boa parte da nação suas frustrações,seus traumas e seus problemas pessoais,que devem ser inúmeros,dado ao número alto de negativismo que enxerga com sua visão elitista,limitada,retrógrada a sociedade brasileira.







Tudo que cerca o verdadeiro e legítimo jornalismo (ser crítico,imparcial,investigativo; registrar o fato e nunca provocá-lo) cai por terra quando um integrante da pior parte da imprensa (aquela parte que opta por defender candidato A ou B; partido A ou B) decidi mostrar o que interessa e esconder o que não lhe permitem mostrar. A velha filosofia do ex ministro da Fazenda,Rubens Ricúpero , "o que ruim a gente esconde. o que é bom a gente fatura", ganha ecos na editora Abril, um decadente conglomerado situado na Av, das Nações Unidas,na zona sul de SP. Triste exemplo de mal jornalismo.

Da próxima vez, ele ganharia mais pontos em sua ética e/ou profissionalismo se falasse do que sabe ou entende. Claro que isso nos pouparia de muitos de seus contos de ficção. Mas seria um bom começo..






4 comentários:

  1. Olá Marcelo
    Eu vi a critica que o Azevedo fez ao Niemeyer logo após sua morte...Peguei seu artigo aqui mesmo no Dihitt...
    Foi preconceituoso ao extremo de dizer que as pessoas de forma geral são metade gênio por serem talentosas, metade idiota (.....) quando se refere a comunismo, ou seja, ele nem conhece as pessoas mas pelo fato de serem comunistas, acredita que todas concordam com o regime autoritários stalinista, com certeza não ouvir falar no anarquismo, trotskismo. marxismo, etc...e acho que todas comem criancinhas...Esquece do regime totalitário americano capitalista e religioso que imperaram no mundo? No Brasil os militares estupravam mulheres e mutilavam homens só porque eram comunistas. E porque eles não podiam ter suas próprias idéias? Estar contra isso é uma questão de humanismo, é ser contra essas práticas, Consegue ser tão idiota de falar mal do Fernando Pessoa...como se ele tivesse um décimo da capacidade dele,..bem você disse no seu artigo: se sente o máximo falando mal de pessoas mais bem situadas! Desmerece as idéias dos outros, chamando de cocô..deve ser o que existe na cabeça dele...
    O problema, Marcelo, de um modo geral, as pessoas invejam a imprensa, se sentem inferiorizadas por não terem o mesmo espaço que alguns jornalistas pé de chulé, e cometem o erro de seguir esse mal exemplo, descarregam sua ira em cima de artigos preconceituosos como esse...Não vou inferiorizar um homem por ele seguir uma doutrina, tenho amigos que são comunistas e são boa gente, cristãos e ateus que tem bom caráter...
    Imparcialidade e inteligência é o que menos achamos nesses artigos....infelizmente
    Abraço!

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    1. Ainda bem que vc conseguiu entender a essência do texto,meu caro Marcos. Muitas pessoas não. Eu tenho meu blog no Google e divulgo o mesmo em comunidades fechadas do Facebook. O grau de intolerância a comentários contrários a Veja, o Reinaldo Azevedo e cia, me causam uma enxurrada de comentários negativos. Já quando eu critico o PT e o lulismo,a coisa é diferente. Todos me adoram nessa hora.Sou apartidário,não tenha fé cega em nada e proponho discutir até o que as pessoas chamam de " verdade absoluta". Mas tudo com parcimônia. A intolerância de parte da sociedade condiz com sua alienação plena. E não é por falta de acesso à informação; é por falta de SABER processar o que se ouve e/ou lê. Fazer o que? Um abraço

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  2. Reinaldo Azevedo. Você tem razão, Marcelo. Esse jornalista, talvez um dia encontre sua personalidade jornalistica e suas próprias convicções. Enquanto escrever o que mandam ficará sempre sujeito a criticas. Sou um desses que o criticam pela sua fraqueza ideológica, pela arrogância, característica dos ignorantes, que criticam as verdadeiras celebridades sem conhecimento de suas realizações. Esse rapaz obedece tanto que entra em contradição com ele mesmo, como se o mais importante não fosse a imparcialidade da noticia mas o interesse, as vezes até escusos, daqueles a quem, cegamente, obedece. Uma pena. Outras vezes mostra uma frustração
    até mesmo infantil, como se os grandes feitos devessem ter sido dele.

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    1. Concordo,José,o problema é ele escrever sobre O QUE MANDAM,um pecado na área de jornalismo,que prima pela imparcialidade e pela objetividade. Mas um dia ele aprende. Um abraço

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