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quarta-feira, 22 de abril de 2015

WE, THE TRUTHERS




So, 9/11 was a outside job...There're so many questions about this subject, that really suprises me the media still tries to cover up. 

But if I could rise one question about this, would be: WHY THE US GOVERNMENT NEVER SHOWED UP BIN LADEN'S BODY? If they did it with Saddam (who was a very important trophy), why not with Osama?

They didn't do it because he died in the desert, years ago, and Obama's administration couldn't let this leak. Would be a scandal. A guy, who lives in the mountains, hid for decades and died on natural cause? No way. This would be a terrible defeat to USA.

That's why we  (the truthers) know that's completely bullshit. WE KNOW! But it's one of many reasons...

People should dig more about Mossad, about Cheney, about Bush, about the truth.

Now we have Hollywood stars who support our ideas and theory, fortunately. Only the press remains in almost absolutely silence. For now...

























































































Martin Sheen and Woody Harrelson set for 9/11 'truther' film September Morn









terça-feira, 14 de abril de 2015

Carsughi diz que Globo só quer piloto vencedor, e 'jeito Senna' o incomodava





Claudio Carsughi sempre foi um jornalista eclético. Cobria Fórmula 1 e futebol com a mesma eficiência. Por isso causou estranheza sua demissão sumária da Rádio Jovem Pan, de SP.

Mas problemas econômicos dos veículos de imprensa à parte, em uma de suas últimas entrevistas ele falou abertamente sobre um tema espinhoso: Piquet vs Senna.



Esse missivista sempre foi plenamente favorável a Nelson Piquet, pois viu ambos correrem. Mas a emissora oficial (aquela que todos amam odiar) sempre manipulou as transmissões para que Ayrton Senna posasse de bom moço aos olhos do público. Claro, afinal Piquet sempre escrachava com Galvão Bueno quando este cometia seus impropérios nas transmissões –e eram muitos.

Carsughi consegue ser incisivo ao comentar sobre a postura artificial de Senna com relação às pessoas. O mesmo Senna que, de acordo com Flávio Prado da mesma rádio Jovem Pan e da TV Gazeta, pedia cabeça de jornalista que o criticasse publicamente.
Eis o trecho da entrevista concedida ao blog do Menon, do UOL:


Ayrton Senna

“Senna tinha habilidade inata, individual e favorecida por ser canhoto, o que facilitava mudar a marcha e ter maior domínio do volante. Piloto excepcional, sem discussão. Meu relacionamento foi cordial, mas vi sempre a imagem do computador construído pela mãe. Em 1986, estava em Monaco com Nilson Cesar, que estava começando a narrar F-1 na Pan. Na quinta-feira, o Senna foi muito bem no treino. O paddock era lá embaixo e fui descendo com o Nilson. O Senna foi subindo, provavelmente ele teria um meeting técnico entre um treino e outro. Percebi que ele me viu, viu um cara comigo e….tung…raciocinou rapidamente: 'Bem, se o Carsughi está aqui, a Pan vai transmitir, se a Pan vai transmitir, eu vou parar.' Parou, conversou, apresentei o Nilson, perdeu uns cinco minutos. Claramente, se não fosse o representante de uma rádio importante e sim o repórter da Gazeta de Pindamonhangaba, ele não iria parar. Uma vez, no Roda Viva, fui entrevistá-lo. Levei meu filho Eduardo, que era estudante. Estávamos conversando e Senna perguntou quem era. Apresentei e ele lhe deu um botton. Deu porque era meu filho, caso contrario, não daria, nem perguntaria. Não chamo isso de mercantilismo, mas esse 'se me serve, perco tempo, se não serve, não perco tempo', me incomodava.''


Nelson Piquet


“Tinha algumas intuições e escondia de todos, o máximo possível, para ninguém copiar. Aquela ultrapassagem sobre o Senna na Hungria é uma das mais lindas da Fórmula 1. Como passar o Senna por fora? Como segurou o carro, o normal era o carro sair de lado. Piquet era muito seletivo. Não agradava ninguém. Dividia entre quem sabe e quem não sabe. Se você entendia e não era sacana, ele ficava horas conversando. Para os outros, não dava atenção. Acho melhor assim, mais transparente.''


Furo da morte de Senna

“Foi um pouco de sorte. Sempre trabalhei para jornais italianos. Depois da corrida de Ìmola, quando Senna bateu, fiz meu trabalho na rádio, voltei para casa e telefonei para uma redação na Itália para saber novidades. Na hora, estavam ligando para o hospital. O colega, para me ajudar, deixou o som aberto e foi entrevistar a médica. E houve uma frase assim dela. 'não posso falar nada, mas o eletroencefalograma dele é plano.' Morreu. Ponto final. Liguei para a rádio e mandei dizer que Senna havia morrido. Eu assumia a responsabilidade. Estavam fazendo um drama, falando em Nossa Senhora, falando que Deus é brasileiro, não dá para discutir, morreu, morreu. Não me emocionei, mas fiquei com pena, com dó, afinal é uma morte.''






segunda-feira, 6 de abril de 2015

OS PARASITAS DO FUTEBOL




Alguém já se perguntou o porquê dos clubes europeus estarem em melhor situação do que os daqui?
Como alguns torneios de países pouco expressivos em âmbito internacional, como o campeonato russo, turco até o dos EUA terem uma média de público altíssima e cotas polpudas das emissoras de TV? Porque por lá, assim como em outras praças igualmente lucrativas, quem dita as regras são os próprios clubes, sem intermediários.



Desde o fiasco do futebol europeu no fim dos ano 80 (bilheterias pouco expressivas, violência nos campos e poucos investimentos) que os times começaram a se mexer, tentando uma noiva alternativa para seus graves problemas. No começo dos anos 90, as Ligas começaram a surgir. Aquilo era o início da salvação financeira para todos eles.

O processo é simples. Consiste em tirar intermediários da negociação (as federações), se unirem os clubes em ligas, procurarem formular eles mesmos as regras do torneio e vender às emissoras de televisão. Pouco a pouco o retorno começou a surgir.

São os times que investem e tem o retorno. As TVs começaram a perceber o potencial e passaram a aplicar mais e mais dinheiro nos torneios. Assim, puderam revender os campeonatos para outros países. Competições como o Italiano e o Inglês se mostraram tremendamente rentáveis.  Foi uma questão de tempo para que outros países seguissem o exemplo lucrativo. Campeonatos de sucesso como o alemão, francês, português, holandês, espanhol, entre outros.

Ano após ano os investimentos aumentavam e as contratações de peso idem. Isso atrai mais público, vende mais produtos licenciados do clube, possibilita mais investimentos nas bases e partidas em campos que hoje chamamos de Arenas, com um padrão invejável e a venda dos carnês, algo como o que o sistema do ‘sócio-torcedor’ nos dias de hoje. Clubes começaram a investir em suas sedes como pontos turísticos. Barcelona, Chelsea, Real Madri, Bayer de Munique são apenas alguns que aproveitam da paixão do torcedor para tornar algo lucrativo a atrativo para os apaixonados pelo futebol.

Isso dá certo lá. Aqui parece que não precisam de nada disso. Afinal, é o país que usa  o selo de ‘pentacampeão’ do mundo como qualquer desculpa para evitar copiar modelos vitoriosos de outras praças. O país que tem um torneio menos rentável para os clubes, estádios (excetuando-se as Arenas, que são poucas) que parecem pastos, regras esdrúxulas e baixos índices de audiência na TV.
Isso tudo ficou mais evidente na recente polêmica envolvendo a Federação de Futebol do Rio e seus afiliados, os clubes.



Desde as regras idiotas (assinadas pelos dirigentes), das arbitragens suspeitas até a caça às bruxas, vitimando Vanderlei Luxemburgo do Flamengo e o atacante Fred do Fluminense, tudo é um compêndio de erros. Nada parece funcionar. O torcedor parece perceber a safadeza e vem se afastando, gradativamente dos estádios e da frente da TV. Mas há conivência dos cartolas com o sistema viciado. Isso sem sombra de dúvida.

Não adianta agora os presidentes do Fla-Flu vociferarem contra os maganos da Ferj. O que devem fazer, aliás, TODOS OS CARTOLAS DE FUTEBOL DO BRASIL DEVERIAM, é criar culhões. Parar de beijar a mão de presidentes de federações e da CBF (como diz Juca Kfouri, a CASA BANDIDA DE FUTEBOL) e partirem para uma liga, sem intermediários. Enfrentando a emissora que tanto prejudica o esporte bretão e cobrar uma cota maior, ajudando os clubes que vivem uma penúria sem precedentes.

Hoje o sistema podre passa por cartolas estaduais, que são subservientes à CBF, que joga junto com a Globo;  e todos querem que as coisas continuem exatamente como estão. Nenhuma destas partes tem interesse que as coisas se profissionalizem, caso contrário, seus interesses poderão ser comprometidos de maneira séria. Não espanta que no Sportv, braço da Globo na TV por assinatura, todos se mostraram contrários a Luxemburgo e criticaram duramente o protesto que os atletas fizeram antes da partida Fluminense e Flamengo (5/4) em apoio ao treinador rubro-negro.

O que vemos é uma relação perniciosa entre times e federações, no melhor estilo prostituta e gigolô; gigolô esse que costuma ficar com quase 60% das rendas dos jogos. Não há sistema que resista. Os cartolas brasileiros, via de regra, são bundões. Não tem peito de enfrentar as próprias federações estaduais, nem a CBF. Aceitam a condição de capachos e se mostram satisfeitos. Enquanto isso, o futebol definha a céu aberto.



Unir-se em Ligas, excluírem as federações da equação, deixar a CBF apenas como gestora da Seleção Brasileira. Essas são as receitas de sucesso. Como em qualquer país que se considere sério.
A propósito: a primeira liga que se tem notícia foi criada em 1987...NO BRASIL. A chamada Copa União foi o libelo contra os desmandos da Confederação Brasileira de Futebol. E foi um sucesso. Pena que alguns traidores do movimento acabaram roendo a corda.


Mas se já foi feito uma vez, pode ser repetido. Caso contrário, as coisas continuarão no lodo, como é o caso agora. E derrotas acachapantes como a sofrida pela seleção frente à Alemanha se tornarão rotineiras. E tentativas de cercear a liberdade de expressão de treinadores e jogadores nos Tribunais Desportivos, que são uma piada e inúteis, mostram apenas o quão desesperados estão os parasitas do futebol em perder sua boquinha. Afinal, em que outro país do mundo se ganha tanto por explorar os clubes, enquanto os próprios times de futebol ficam mais e mais endividados? Por isso as raposas não querem acabar com a mamata.