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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

AÉCIO 1º, o Plano B da Imprensa





  Provavelmente, de nobre no nome, apenas Neves, que remete a seu falecido avô, o "quase" presidente da república Tancredo.

  De resto, a trajetória de Aécio não é das mais brilhantes. Avesso a vida noturna das Minas Gerais, o neto pródigo sempre preferiu se refugiar nas noites cariocas. Um 'happy hour', pra tirar o gosto ruim de tantos problemas que o estado mineiro tem (como tantos outros estados da federação).





  Quando governador, ele já sabia que queria ser presidente. Batalhava por isso (não no bom sentido), sonhava com isso (enquanto os mineiros padeciam com saúde, educação e segurança dignas da Somália) e pavimentava seu caminho usando de artifícios pouco originais.

  Num desses estratagemas duvidosos, usou a verba publicitária do governo que administrava para encher os cofres de veículos de imprensa, alinhados com seu projeto pessoal, o Palácio do Planalto.


No documentário abaixo, detalhes da tramoia :




O que mais incomoda é que para termos acesso a esse tipo de informação, só conseguimos através de veículos de imprensa internacionais, ou no Brasil, via produção independente.

  Mas a revelação é estarrecedora. E os que mais se beneficiaram foram o jornal "O Estado de Minas", famoso por seu teor tendencioso, desde  época da eleição de 1989 (você sabe do que eu estou falando...) e, é claro, a afiliada da rede Globo, a TV Globo Minas. Apenas 'variações do mesmo tema'.



Aqui, o documentário corajoso que revela a picaretagem na imprensa mineira, afim de catapultar Aécio ao Planalto:



  Novamente, é de entristecer constatar que o grande público não tem acesso a esse tipo de notícia vital. A imprensa brasileira corre o risco de repetir 1989, ao ignorar o passado de um determinado candidato à presidência e prejudicando, ou melhor,lesando o eleitor.

  Mas ainda tinha mais. O bom moço das Gerais não se contentava em exigir silêncio sepulcral da mídia, como também retaliava quem não seguisse seu manual pessoal, passo a passo.

  No vídeo abaixo, o mais polêmico jornalista brasileiro dos últimos anos, Jorge Kajuru denunciou o descalabro de um jogo da seleção, onde não havia ingressos disponíveis para torcedores, que a entrada de deficientes físicos estava  reservada para os VIPs (bom, estes sim são deficientes...) e a ação dos cambistas cobrando uma fortuna por um mísero ingresso. Foi o bastante para ser demitido da Band, a pedido do então governador Aécio Neves.





  De enojar a atitude de um político que almeja governar um país. Kajuru, que já havia sentido na pele a "gestapo tucana" em Goiás por denunciar Marconi Perillo inúmeras vezes, mais uma vez via sua vida profissional sucumbir por caprichos de um pretenso governante que não admitia contestação.

  Enebriado por seu desejo incontrolável de se tornar presidente, Aécio se esquece que deveria se tornar uma alternativa genuína, e não ser um "mais do mesmo". Táticas desse tipo, que permeiam sua trajetória política são lugar comum na vida de Collor, FHC, Lula e Dilma. Se for para fazer o que faz, então deixe as coisas como estão.



O sempre incompetente Diogo Mainardi se revela (se é que isso ainda era possível...) em uma edição de um dos piores programas da TV por assinatura, o "Manhattan Connection" :



  O que o dublê de jornalista fez foi apenas externar sua visão limitada, dando voz a outros tantos que rasgaram seus diplomas da faculdade, esquecendo a imparcialidade, necessária para um bom andamento do trabalho, para adotar alguém em especial. É o efeito "Collor de Mello", tudo de novo. Não é para isso que serve um integrante da imprensa.

   Resta saber se em 2014, com Dilma querendo se reeleger, com Eduardo Campos como novidade (coisa que o Aécio deixou de ser há muito tempo) e, talvez até contra Serra, em um outro partido, o tucano, atualmente senador, conseguirá enfim, realizar seu sonho adolescente.

  Para isso, ao menos, ele já conta com apoio de parcela significativa da imprensa tupiniquim. Desde, é claro, que o dinheiro da publicidade permaneça garantido. De preferência, adiantado, afinal, a verdade tem seu preço.



Só pra não deixar passar em branco, abaixo um dos seus inúmeros momentos ébrios. Avesso a teste do bafômetro, mas chegado em uma bebida alcoólica, no vídeo abaixo, ele foi pego no flagra, cambaleando pelas ruas do Rio :




  Leia também :

Reinaldo Azevedo,o Bobo da Corte do Tucanato

AVISO AOS NAVEGANTES:

SAIA JUSTA ENTRE FHC E JORNALISTA ESTRANGEIRO


terça-feira, 29 de janeiro de 2013

A Falência Moral do Jornalismo




  JORNALISTA - ser crítico, imparcial, investigativo; registrar o fato e nunca provocá-lo. FALAR A VERDADE.


  Lição básica pra qualquer calouro de faculdade, mas que acaba se pervertendo durante a vida profissional, principalmente se o indivíduo se submete a editores, diretores de redação que tenham a incumbência de decidir o que os simples mortais podem ou não saber, ou a Manuais de Redação feitos sob medida para desfigurar a verdade, mas de maneira sutil.





  Ao chegar em um ponto de ter o poder de informar, as pessoas poderiam e, acima de tudo, deveriam manter o compromisso com a verdade. Mas isso é apenas uma quimera.

  No vídeo abaixo, o dublê de âncora, William Bonner, agindo como uma espécie de porta voz das Organizações Globo, ao anunciar a morte do fundador do grupo Roberto Marinho, consegue denegrir a classe jornalística, já tão combalida pelos inúmeros desmandos das últimas décadas (pode-se dizer que a decadência moral da mídia tupiniquim iniciou em 1989, com a eleição fajuta a presidente da república).

Naquele dia, praticamente todos os veículos de imprensa (com raras exceções como a Carta Capital e a Caros Amigos) agiram da mesma maneira cordata, com uma subserviência atroz, que poderia entrar para os anais do mal jornalismo brasileiro ( e não são poucos).

  O momento mais constrangedor é quando o apresentador começa a "chorar". Não convence muto. Parece mais um recém saído da Oficina de Atores da casa. Mas joga pro povão e acabou contagiando os mais incautos, como sempre.





  Seria cômico, se não fosse patético. Repare que o texto enaltece as "obras e o legado" de um grande homem; de alguém que sempre defendeu os interesses nacionais e o povo brasileiro. Dá a impressão de falar sobre uma outra pessoa, e não de alguém que, em conluio com o regime militar construiu um império danoso, que sempre agiu como 'lesa-pátria' e fazendo valer seus interesses mais mesquinhos.

  Pegou mal, também, o encerramento do Jornal Nacional naquele fatídico dia 06 de agosto de 2003 ao mostrar, ao fundo, os funcionários estáticos, em um ambiente escuro, sem sequer olhar para o lado. A cena mais lembrava uma cena do seriado The Walking Dead, que mostra um exército de zumbis mundo afora, do que uma cena em que o sentimento de dor e perda pairava no ar. Talvez porque não tivessem muita escolha e deveriam estar ali, por dever de ofício.

  Fato é, que esse  momento entra como mais um a se lamentar na história do jornalismo brasileiro. Mas depois da reabertura política (onde começou a fase de liberdade e onde a imprensa começou a se perder), o Brasil teve mais provas de que a imprensa é um poder a se combater, do que um aliado.

  Um legítimo QUARTO PODER. E, assim como os demais três poderes, também deve ser vigiado e fiscalizado de MUITO perto, e sempre com desconfiança.



Leia também :

À REDE GLOBO, DO FUNDO DO CORAÇÃO, MEU MAIS PROFUNDO DESPREZO

A Hipocrisia das Organizações Globo na Hora da Tragédia

Hugo Chávez: "donos da Globo são cachorros do EUA"




segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Lições Básicas de Superfaturamento






Pode parecer um bicho de sete cabeças, mas é mais simples do que se pensa.

   1 -    Comece tendo uma construtora;

   2-      Procure se tornar  ativa, principalmente durante as eleições;





   3-      Faça o possível para rastrear quais potenciais candidatos podem (e devem) receber recursos de campanha (ou investimentos futuros);

   4-       Sempre que for possível, participe dos leilões,quando houver. Quando for contrato emergencial use da tática da cobrança de favores (“eu apoiei você nas eleições, agora é a sua vez de retribuir”). Mas só use esse cartucho se realmente for necessário;

   5-      Ao vencer o leilão, diga que irá cumprir tudo no prazo; provavelmente poderá entregar as obras antes do prazo previsto;





   6-      Comece a retardar a obras quando estiver com 15 ou 25% da construção  em pé;

   7-      Se alguém questionar, diga que “por prblemas técnicos a obra poderá sofrer atraso;

   8-      Espere a imprensa cobrir o caso e dar destaque nacional;

   9-      Aguarde uma contraproposta do executivo (que tem pressa em finalizar o projeto, principalmente após a denúncia dos veículos de comunicação);

  10-   Peça 10%  a mais para o governo, já que ele é o mais interessado na finalização da construção e dificilmente irá negar;






  11-   E, por fim, quando conseguir os valores ambicionados, diga que os problemas técnicos já foram superados;


Brilhante! Desonesto, imoral, completamente sem ética ou pudor, mas brilhante!

Duvida? Leia estas notícias do UOL :




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domingo, 27 de janeiro de 2013

A Saúde? Mas, Qual Saúde?







   Denúncia forte feita por um médico, cansado de suportar a falta de estrutura do sistema de saúde no Rio Grande do Norte.

  A ousada filmagem realizada pelo doutor, que também é presidente do Conselho regional de medicina do estado, ele pode ser punido pelo próprio órgão.

  Com a palavra o secretário de saúde e, acima de tudo, quem administra o estado.

  Lembrando que o RN será um dos estados-sede da malfadada Copa do Mundo de 2014.


  Leia também :

ACORDA BRASIL!!!!!

Conjunto Hospitalar de Sorocaba está em situação precária


sábado, 26 de janeiro de 2013

O Bom, o Ditador e o Alienado




Sempre que possível a mídia brasileira pega carona nos veículos de imprensa americanos e os reproduz, quase que integralmente, ao invés de fazer um jornalismo crítico, questionando os desmandos do país mais perigoso e beligerante do planeta.

A bola da vez é a Coréia do Norte, que anunciou outro teste nuclear, esta semana, deixando Obama e Cia (leia-se : ONU) em polvorosa.




A imprensa brasileira se apressou em seguir passo a passo o manual de jornalismo do Tio Sam e tratou o discurso do país oriental como uma afronta ao mundo livre.

 Os barões da "imprensa livre" mostraram total apoio ao posicionamento da ONU (leia-se : EUA), que criticava, veementemente, os testes nucleares.


Alguns exemplos:

Coreia do Norte diz que realizará teste nuclear 'a pedido do povo'

Coreia do Norte diz que testará foguetes com EUA como alvo


A resposta do governo norte coreano:

Em nota, Coreia Popular volta a repelir política hostil dos EUA


 Se houvesse ao menos um pouco de senso crítico nos principais veículos de comunicação Brasil afora, esse discurso fascista dos co-irmãos EUA-ONU não seria levado a sério.Independente da instabilidade que eventualmente traria a península coreana, e a Ásia como um todo, o que os americanos enxergam são seus interesses mesquinhos e torpes.




  Imagine um rato. Por natureza, ele se assusta com a presença de humanos (representam perigo, pelo tamanho e pelo poder de alcance). Quanto mais você persegui-lo, mais ele irá correr. Mas experimente encurralá-lo para ver se ele não salta em sua direção. mesmo que seja um ataque desesperado, proveniente do eminente perigo em que ele se sentiu.

 Assim é com a Coréia do Norte. Desde a guerra na península, que dividiu em dois países (a do Norte e a do Sul), as coisas estão instáveis na região. E tal qual naquela época (nos idos da década de 50), os EUA meteram o bedelho onde não foram chamados (mais um dos tantos confrontos dos quais participou, apenas para demarcar território) e pioraram a situação. Exatamente como agora. Ao invés de se preocupar com sua economia combalida, com sua dívida interna estratosférica, desemprego em alta, saúde e educação precárias, o governo americano acha tempo ( e dinheiro) para levar sua ingerência costumeira a um lugar distante, apenas para ter o gostinho de se sentir como o xerife do mundo.


                                         (anúncio na TV estatal coreana sobre os testes nucleares)


 Talvez ainda o seja, mas com a ascensão de China e Rússia, a influência americana vem declinando, assim como a reputação de seu badalado presidente.

  O momento não poderia ser melhor para que nossos vizinhos do norte se voltem para os vários problemas domésticos que os afligem, ao invés de se envolverem em mais um imbróglio internacional. O velho discurso Bushniano de que "a América tem que combater o terrorismo" já soa enfadonho e repetitivo. Para um país responsável pelo mais odioso ataque contra uma nação (duas bombas nucleares contra o Japão) a hipocrisia parece ser a palavra chave para ignorar as atrocidades do passado (e do presente).

  Muito provavelmente porque a população mundial tem percebido que o verdadeiro terrorista são os Estados Unidos da América.


Leia também:

Israel deu bofetada na legalidade internacional

Heil,Obama!




sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

A Vingança do Consumidor






Atendente da Oi...






- Alô. 

- Alô, poderia falar com o responsável pela linha? 

- Pois não, pode ser comigo mesmo. 

- Quem fala, por favor? 

- Edson. 

- Sr. Edson, aqui é da OI, estamos ligando para oferecer a promoção OI linha adicional, onde o Sr. tem direito... 

- Desculpe interromper, mas quem está falando?

- Aqui é Rosicleide Judite, da OI, e estamos ligando...
 

- Rosicleide, me desculpe, mas para nossa segurança, gostaria de conferir alguns dados antes de continuar a conversa, pode ser? 

- Bem, pode.. 

- De que telefone você fala? Meu bina não identificou. 

- 10331.
 

- Você trabalha em que área, na OI? 

- Telemarketing Pro Ativo. 

- Você tem número de matrícula na OI? 

- Senhor, desculpe, mas não creio que essa informação seja necessária. 

- Então terei que desligar, pois não posso ter segurança que falo com uma funcionária da OI. São normas de nossa casa. 

- Mas posso garantir.... 

- Além do mais, sempre sou obrigado a fornecer meus dados a uma legião de atendentes sempre que tento falar com a OI. 

- Ok.... Minha matrícula é 34591212.
 

- Só um momento enquanto verifico. 

(Dois minutos depois) 

- Só mais um momento. 

(Cinco minutos depois) 

- Senhor? 

- Só mais um momento, por favor, nossos sistemas estão lentos hoje. 

- Mas senhor... 

- Pronto, Rosicleide, obrigado por ter aguardado. Qual o assunto? 

- Aqui é da OI, estamos ligando para oferecer a promoção, onde o Sr. tem direito a uma linha adicional. O senhor está interessado, Sr. Edson? 

- Rosicleide, vou ter que transferir você para a minha esposa, porque é ela que decide sobre alteração e aquisição de planos de telefones. 

- Por favor, não desligue, pois essa ligação é muito importante para mim. 

(coloco o telefone em frente ao aparelho de som, deixo a música Festa no Apê do Latino tocando no Repeat (quem disse que um dia essa droga não iria servir para alguma coisa?), depois de tocar a porcaria toda da música, minha mulher atende: 

- Obrigado por ter aguardado.... pode me dizer seu telefone pois meu bina não identificou.. 

- 10331. 

- Com quem estou falando, por favor. 

- Rosicleide 

- Rosicleide de que? 

- Rosicleide Judite (já demonstrando certa irritação na voz). 

- Qual sua identificação na empresa? 

- 34591212 (mais irritada agora!). 

- Obrigada pelas suas informações, em que posso ajudá-la? 

- Aqui é da OI, estamos ligando para oferecer a promoção, onde a Sra tem direito a uma linha adicional. A senhora está interessada? 

- Vou abrir um chamado e em alguns dias entraremos em contato para dar um parecer, pode anotar o protocolo por favor.....alô, alô! 

TUTUTUTUTU... 

- Desligou.... nossa que moça impaciente!
SE ESSA MODA PEGAR ... AGORA É A NOSSA VEZ GENTE!!!



Leia também :





quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

AVISO AOS NAVEGANTES:






Nos EUA, assim como no Brasil, existe um pequeno grupo de barões da mídia que controla tudo (ou quase) que as pessoas estão assistindo. Lá, como cá, a audiência acompanha o que convém à imprensa.


No Brasil:

* Organizações Globo (Globo, Net, O Globo, Época, Editora Globo, Globosat, entre outros);

* Grupo Folha (Folha de SP, UOL, PubliFolha, Datafolha, entre outros);

* Grupo Estado (Jornal O Estado de SP, entre outros);

* Editora Abril (Veja, MTV,entre outros);






Na terra do Tio Sam:

Time Warner
Home Box Office (HBO)
Time Inc.
Turner Broadcasting System, Inc.
Warner Bros. Entertainment Inc.
CW Network (partial ownership)
TMZ
New Line Cinema
Time Warner Cable
Cinemax
Cartoon Network
TBS
TNT
America Online
MapQuest
Moviefone
Castle Rock
Sports Illustrated
Fortune
Marie Claire
People Magazine

Walt Disney
ABC Television Network
Disney Publishing e a Editora Marvel
ESPN Inc.
Disney Channel
SOAPnet
A&E
Lifetime
Buena Vista Home Entertainment
Buena Vista Theatrical Productions
Buena Vista Records
Disney Records
Hollywood Records
Miramax Films
Touchstone Pictures
Walt Disney Pictures
Pixar Animation Studios
Buena Vista Games
Hyperion Books

Viacom
Paramount Pictures
Paramount Home Entertainment
Black Entertainment Television (BET)
Comedy Central
Country Music Television (CMT)
Logo
MTV
MTV Canada
MTV2
Nick Magazine
Nick at Nite
Nick Jr.
Nickelodeon
Noggin
Spike TV
The Movie Channel
TV Land
VH1

News Corporation
Dow Jones & Company, Inc.
Fox Television Stations
The New York Post
Fox Searchlight Pictures
Beliefnet
Fox Business Network
Fox Kids Europe
Fox News Channel
Fox Sports Net
Fox Television Network
FX
My Network TV
MySpace
News Limited News
Phoenix InfoNews Channel
Phoenix Movies Channel
Sky PerfecTV
Speed Channel
STAR TV India
STAR TV Taiwan
STAR World
Times Higher Education Supplement Magazine
Times Literary Supplement Magazine
Times of London
20th Century Fox Home Entertainment
20th Century Fox International
20th Century Fox Studios
20th Century Fox Television
BSkyB
DIRECTV
The Wall Street Journal
Fox Broadcasting Company
Fox Interactive Media
FOXTEL
HarperCollins Publishers
The National Geographic Channel
National Rugby League
News Interactive
News Outdoor
Radio Veronica
ReganBooks
Sky Italia
Sky Radio Denmark
Sky Radio Germany
Sky Radio Netherlands
STAR
Zondervan




CBS Corporation
CBS News
CBS Sports
CBS Television Network
CNET
Showtime
TV.com
CBS Radio Inc. (130 stations)
CBS Consumer Products
CBS Outdoor
CW Network (50% ownership)
Infinity Broadcasting
Simon & Schuster (Pocket Books, Scribner)
Westwood One Radio Network

NBC Universal
Bravo
CNBC
NBC News
MSNBC
NBC Sports
NBC Television Network
Oxygen
SciFi Magazine
Syfy (Sci Fi Channel)
Telemundo
USA Network
Weather Channel
Focus Features
NBC Universal Television Distribution
NBC Universal Television Studio
Paxson Communications (partial ownership)
Trio
Universal Parks & Resorts
Universal Pictures
Universal Studio Home Video



Leia também :






 “ Ah, mas nós temos a internet”, diria o mais incauto, "e ela é totalmente livre”. Em termos.

Primeiro, porque o governo americano vem tentando cercear a liberdade na rede há algum tempo; e com Obama a coisa recrudesceu. Com a desculpa de que estão ora combatendo o terror, ora combatendo a pirataria desenfreada, muito do que se faz, ou diz deixa rastro. E pra rastrear pistas, a CIA é expert. O americanos podem ser inúteis para construir um carro que preste, ou para criar um sistema de educação de qualidade. Mas para vigiar e tolher a liberdade de expressão alheia são os melhores no ramo.

 Sem contar que gigantes do setor da internet como Google, Yahoo e Microsoft estão criando um monopólio difícil de combater a médio prazo. Nesse ínterim, a blogosfera vai fazendo a sua parte. E enquanto houver blogs, a liberdade de expressão estará garantida. E se também não for possível, a gente escreve nas paredes mesmo. O que não podemos é deixar o sistema vencer.



terça-feira, 22 de janeiro de 2013

AS MANOBRAS DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO!







Do  Guerra da Informação (página do Facebook)

Notícias de 1/4/1964 - O dia do Golpe de 64


Ressurge a Democracia! Vive a Nação dias gloriosos. Porque souberam unir-se todos os patriotas, independentemente das vinculações políticas simpáticas ou opinião sobre problemas isolados, para salvar o que é de essencial: a democracia, a lei e a ordem.

Graças à decisão e ao heroísmo das Forças Armadas que, obedientes a seus chefes, demonstraram a falta de visão dos que tentavam destruir a hierarquia e a disciplina, o Brasil livrou-se do governo irresponsável, que insistia em arrastá-lo para rumos contrários à sua vocação e tradições.

Como dizíamos, no editorial de anteontem, a legalidade não poderia ter a garantia da subversão, a ancora dos agitadores, o anteparo da desordem. Em nome da legalidade não seria legítimo admitir o assassínio das instituições, como se vinha fazendo, diante da Nação horrorizada ...”
(O Globo - Rio de Janeiro - 4 de Abril de 1964)




Multidões em júbilo na Praça da Liberdade.
Ovacionados o governador do estado e chefes militares.
O ponto culminante das comemorações que ontem fizeram em Belo Horizonte, pela vitória do movimento pela paz e pela democracia foi, sem dúvida, a concentração popular defronte ao Palácio da Liberdade. Toda área localizada em frente à sede do governo mineiro foi totalmente tomada por enorme multidão, que ali acorreu para festejar o êxito da campanha deflagrada em Minas (...), formando uma das maiores massas humanas já vistas na cidade
(O Estado de Minas - Belo Horizonte - 2 de abril de 1964)





Salvos da comunização que celeremente se preparava, os brasileiros devem agradecer aos bravos militares que os protegeram de seus inimigos”
“Este não foi um movimento partidário. Dele participaram todos os setores conscientes da vida política brasileira, pois a ninguém escapava o significado das manobras presidenciais”

(O Globo - Rio de Janeiro - 2 de Abril de 1964)


           (Edson Luís foi a primeira vítima da Ditadura Militar nas mobilizações)
                         



A população de Copacabana saiu às ruas, em verdadeiro carnaval, saudando as tropas do Exército. Chuvas de papéis picados caíam das janelas dos edifícios enquanto o povo dava vazão, nas ruas, ao seu contentamento”
(O Dia - Rio de Janeiro - 2 de Abril de 1964)

                        





Escorraçado, amordaçado e acovardado, deixou o poder como imperativo de legítima vontade popular o Sr João Belchior Marques Goulart, infame líder dos comuno-carreiristas-negocistas-sindicalistas. Um dos maiores gatunos que a história brasileira já registrou., o Sr João Goulart passa outra vez à história, agora também como um dos grandes covardes que ela já conheceu.
(Tribuna da Imprensa - Rio de Janeiro - 2 de Abril de 1964)






A paz alcançada. A vitória da causa democrática abre o País a perspectiva de trabalhar em paz e de vencer as graves dificuldades atuais. Não se pode, evidentemente, aceitar que essa perspectiva seja toldada, que os ânimos sejam postos a fogo. Assim o querem as Forças Armadas, assim o quer o povo brasileiro e assim deverá ser, pelo bem do Brasil”
(Editorial de O Povo - Fortaleza - 3 de Abril de 1964)
                                             






Desde ontem se instalou no País a verdadeira legalidade ... Legalidade que o caudilho não quis preservar, violando-a no que de mais fundamental ela tem: a disciplina e a hierarquia militares. A legalidade está conosco e não com o caudilho aliado dos comunistas”
(Editorial do Jornal do Brasil - Rio de Janeiro - 1º de Abril de 1964)





Milhares de pessoas compareceram, ontem, às solenidades que marcaram a posse do marechal Humberto Castelo Branco na Presidência da República ...O ato de posse do presidente Castelo Branco revestiu-se do mais alto sentido democrático, tal o apoio que obteve”
(Correio Braziliense - Brasília - 16 de Abril de 1964)


Vibrante manifestação sem precedentes na história de Santa Maria para homenagear as Forças Armadas. Cinquenta mil pessoas na Marcha Cívica do Agradecimento”
(A Razão - Santa Maria - RS - 17 de Abril de 1964)


                     torturas e execuções cometidas pela ditadura militar


Vive o País, há nove anos, um desses períodos férteis em programas e inspirações, graças à transposição do desejo para a vontade de crescer e afirmar-se. Negue-se tudo a essa revolução brasileira, menos que ela não moveu o País, com o apoio de todas as classes representativas, numa direção que já a destaca entre as nações com parcela maior de responsabilidades”.
(Editorial do Jornal do Brasil - Rio de Janeiro - 31 de Março de 1973)


Golpe? É crime só punível pela deposição pura e simples do Presidente. Atentar contra a Federação é crime de lesa-pátria. Aqui acusamos o Sr. João Goulart de crime de lesa-pátria. Jogou-nos na luta fratricida, desordem social e corrupção generalizada”.
(Jornal do Brasil, edição de 01 de abril de 1964.)


                                (Gastone Beltrão, uma das muitas vítimas da ditadura)


"Participamos da Revolução de 1964 identificados com os anseios nacionais de preservação das instituições democráticas, ameaçadas pela radicalização ideológica, greves, desordem social e corrupção generalizada".
Editorial do jornalista Roberto Marinho, publicado no jornal" (O Globo", edição de 07 de outubro de 1984, sob o título: "Julgamento da Revolução").


Mais algumas manchetes:

31/03/64 – CORREIO DA MANHÃ – (Do editorial, BASTA!): "O Brasil já sofreu demasiado com o governo atual. Agora, basta!"


1°/04/64 – CORREIO DA MANHÃ – (Do editorial, FORA!): "Só há uma coisa a dizer ao Sr. João Goulart: Saia!"


                                         (Vladimir Herzog)


1o/04/64 – ESTADO DE SÃO PAULO – (SÃO PAULO REPETE 32) "Minas desta vez está conosco"... "dentro de poucas horas, essas forças não serão mais do que uma parcela mínima da incontável legião de brasileiros que anseiam por demonstrar definitivamente ao caudilho que a nação jamais se vergará às suas imposições."


02/04/64 – O GLOBO – "Fugiu Goulart e a democracia está sendo restaurada"... "atendendo aos anseios nacionais de paz, tranqüilidade e progresso... as Forças Armadas chamaram a si a tarefa de restaurar a Nação na integridade de seus direitos, livrando-a do amargo fim que lhe estava reservado pelos vermelhos que haviam envolvido o Executivo Federal".





02/04/64 – CORREIO DA MANHÃ – "Lacerda anuncia volta do país à democracia."


05/04/64 – O GLOBO – "A Revolução democrática antecedeu em um mês a revolução comunista".


                            (Os inúmeros desaparecidos durante a ditadura)




05/04/64 – O ESTADO DE MINAS – "Feliz a nação que pode contar com corporações militares de tão altos índices cívicos". "Os militares não deverão ensarilhar suas armas antes que emudeçam as vozes da corrupção e da traição à pátria."


06/04/64 – JORNAL DO BRASIL – "PONTES DE MIRANDA diz que Forças Armadas violaram a Constituição para poder salvá-la!"


09/04/64 – JORNAL DO BRASIL – "Congresso concorda em aprovar Ato Institucional".




  Sério que você ainda defende a volta desse tipo de regime?

 Leia também :







domingo, 20 de janeiro de 2013

Heil,Obama!




Pra desgraça geral do planeta, vem aí mais um mandato do presidente Barack Obama.

  Sonho de consumo dos banqueiros de Wall Street (a quem ele jurou combater antes da primeira eleição), Obama passou seus primeiros quatro anos se esquivando das promessas de campanha. Mas é bem quisto pela classe artística, carismático e democrata --pra  muitos, é um rótulo que identifica os que se preocupam com o social; pra outros é só um rótulo.




  Com uma economia em crise, mercado de trabalho estagnado, guerras e suporte a regimes ditatoriais que custam mais do que se pode pagar, educação e saúde a deriva e uma dívida interna em níveis estratosféricos, o presidente americano insiste em manter o país como o 'guardião do mundo'. A Casa Branca se preocupa com a ascensão chinesa, com o Irã, com a Rússia e com a Coréia do Norte. Mas se esquece exatamente daquele americano que padece nas esquinas atrás de emprego, dignidade, comida ou um seguro saúde que preste.




  Mas, depois de sua conversão ao sistema, a mídia (que antes o chamava de muçulmano e comunista) o adotou de corpo e alma, dando destaque a suas besteiras governamentais e ignorando ( como de praxe) os erros de estratégia. Os Drones (aeronaves não tripuladas que são letais em seus bombardeios) já vitimaram um sem número de pessoas no Paquistão, na Somália, no Iêmen, no Afeganistão e,ainda sim, não são repudiadas pela mídia americana.


Leia também :

A DECEPÇÃO OBAMA


    Iniciando seu segundo mandato, com uma sucessora engatilhada (Hillary Clinton) e com uma agenda que satisfaz plenamente o establishment (inclusive, a comunidade judaica nos EUA), pouca coisa parece atrapalhar seus próximos quatro anos. Desde que não se preste a cometer desatinos como, sei lá, cumprir o que prometeu, governar pelos mais pobres e ser o menos pragmático possível. Aí o sistema se voltaria contra ele. E esse tipo de rejeição, o ego do menino do Havaí não suportaria.





A Escola Base e o Tribunal da Mídia





  Aos três poderes conhecidos, Executivo, Judiciário e Legislativo, acrescente o mais influente deles, a mídia, conhecida como o quarto poder, mas com um poder maior do que os outros todos combinados.




Casos e mais casos de abuso de poder, que culminaram em injustiças contra cidadãos ou instituições, se tornaram mais recorrentes do que deveriam.  Não é esse o papel da imprensa.

Basta acontecer qualquer escândalo na sociedade para que pseudo-jornalistas, doutrinados por editores de redação com uma visão torpe do mundo, usem seu poder, seu alcance para “fazer justiça” com suas palavras. E quanto maior a notícia, maior a chance de transformá-la em um espetáculo. E o show não pode parar; por isso se trata de um determinado assunto à exaustão, até perder o interesse. Para a mídia, a notícia é como um osso: enquanto houver onde roer, ela fica nas manchetes. Talvez por isso a expressão “o circo da mídia”...

Vejam o exemplo da Escola Base, em São Paulo.






Típico exemplo do “atire primeiro, pergunte depois” da mída brasileira. Enquanto a notícia era publicada em letras garrafais, o ‘mea-culpa’ saiu no rodapé do jornal ou revista. E os jornalistinhas continuaram suas carreiras normalmente; já os seis sócios, acusados sem provas contundentes, estão à margem da sociedade buscando redenção.

O mais estranho é que para se patrulhar políticos a contundência não é a mesma. 

Muitas vezes a imprensa faz vista grossa, por vários motivos:

* o alvo em questão é muito poderoso;

* a emissora afiliada do canal em questão pertence ao deputado ou senador suspeito;

* o veículo de imprensa pode perder o patrocínio governamental (as verbas publicitárias do governo são uma robusta fonte de renda para TVs, rádios, revistas e jornais);

* pode haver algum tipo de retaliação por parte do político;

* há interesses do grupo de mídia que podem ser atingidos;

* a emissora ou a publicação apoiou o investigado, quando este era candidato, e pega mal criticá-lo em público;

* pode respingar em algum contratado da casa;

Enfim, tudo pode acontecer quando um órgão de imprensa rasga seu Manual de Redação (onde estão contidas as diretrizes da ética e da conduta jornalística) em prol de interesses mesquinhos. Poder e dinheiro provocam mudanças de caráter em mentes tacanhas.






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Muito dessa distorção vem da concentração no setor dos meios de comunicação. No Brasil, as Organizações Globo, o Grupo Folha, a Editora Abril e o Grupo Estado de SP concentram um poder indevido e imoral. Chafurdando nos lucros obscenos e no cartel firmado silenciosamente por empresários dublês de jornalistas o mercado e, conseguinte, a concorrência, não se expande. Com tudo sob controle fica fácil ditar as regras do jogo, inclusive blindar integrantes da imprensa envolvidos com bicheiros.

 Talvez por isso a Lei dos Meios de Comunicação na Argentina tenha sido tão criticada pela imprensa tupiniquim, já que o Grupo Clarín, que detém o monopólio na terra dos nossos ‘hermanos’, perde a concentração de mercado e abre caminho para novos grupos e/ou dá mais espaço aos pequenos, entalados entre um gigante ou outro do setor.  O bom é que o exemplo corajoso de Cristina Kirchner  a presidenta argentina, é visto com bons olhos pela colega brasileira, Dilma Rousseff. É um caminho.

Lembrando que um verdadeiro jornalista segue fielmente a máxima do jornalismo: SER CRÍTICO, IMPARCIAL, INVESTIGATIVO; SEMPRE REGISTRAR O FATO, NUNCA PROVOCÁ-LO. Se a imprensa sempre tivesse se pautado por isso, teríamos, com certeza, um mundo mais justo, honesto e ético.