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domingo, 20 de janeiro de 2013

Heil,Obama!




Pra desgraça geral do planeta, vem aí mais um mandato do presidente Barack Obama.

  Sonho de consumo dos banqueiros de Wall Street (a quem ele jurou combater antes da primeira eleição), Obama passou seus primeiros quatro anos se esquivando das promessas de campanha. Mas é bem quisto pela classe artística, carismático e democrata --pra  muitos, é um rótulo que identifica os que se preocupam com o social; pra outros é só um rótulo.




  Com uma economia em crise, mercado de trabalho estagnado, guerras e suporte a regimes ditatoriais que custam mais do que se pode pagar, educação e saúde a deriva e uma dívida interna em níveis estratosféricos, o presidente americano insiste em manter o país como o 'guardião do mundo'. A Casa Branca se preocupa com a ascensão chinesa, com o Irã, com a Rússia e com a Coréia do Norte. Mas se esquece exatamente daquele americano que padece nas esquinas atrás de emprego, dignidade, comida ou um seguro saúde que preste.




  Mas, depois de sua conversão ao sistema, a mídia (que antes o chamava de muçulmano e comunista) o adotou de corpo e alma, dando destaque a suas besteiras governamentais e ignorando ( como de praxe) os erros de estratégia. Os Drones (aeronaves não tripuladas que são letais em seus bombardeios) já vitimaram um sem número de pessoas no Paquistão, na Somália, no Iêmen, no Afeganistão e,ainda sim, não são repudiadas pela mídia americana.


Leia também :

A DECEPÇÃO OBAMA


    Iniciando seu segundo mandato, com uma sucessora engatilhada (Hillary Clinton) e com uma agenda que satisfaz plenamente o establishment (inclusive, a comunidade judaica nos EUA), pouca coisa parece atrapalhar seus próximos quatro anos. Desde que não se preste a cometer desatinos como, sei lá, cumprir o que prometeu, governar pelos mais pobres e ser o menos pragmático possível. Aí o sistema se voltaria contra ele. E esse tipo de rejeição, o ego do menino do Havaí não suportaria.





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