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terça-feira, 12 de março de 2013

"Relacionamento é um Saco!"




   Recentemente ouvi de uma colega a seguinte frase: " Relacionamento é um Saco!".
  Bom, há exceções mas, via de regra exigem muito de um ser humano.

  Quando alguém chega ao ponto de se anular por outra pessoa, claramente há algo de errado.

  No caso específico de minha colega, é um relacionamento em que não há amor; onde ela dá, por dar; vive junto, por viver e aceita esse estado de coisas por não ter para onde ir num eventual divórcio. Além de ter um filho menor. Tudo conspira contra.




  Mas será que viver assim, infelizes para sempre, quase no "piloto automático", por comodismo, é a solução mais inteligível? Não haveria outra saída menos traumática? Quão supérfluo se tornou o ser humano ao aceitar a infelicidade oficial, ao invés de tentar ser feliz de fato e por merecimento?

  Diálogo muitas vezes parece não funcionar, mas a falta de atitude pode arrefecer ainda mais o convívio. Nesse jogo de enganação perdem o homem, a mulher e os filhos.

  Mas tudo isso serve para mostrar que muitos são imaturos na hora de decidir o rumo de suas vidas.




  Relacionamentos, muitas vezes são fruto de escolhas equivocadas; algumas horas de prazer ilusório no início, que ilude e pode condenar ambos a anos de desgosto.

  Pode parecer clichê, mas o amor genuíno ainda é fundamental. Se com ele presente já não há garantias, imagine pautar uma relação, que deve perdurar, apenas em atração física? Uma hora, o vigor se esvai, a beleza se esgota, assim como a paixão; e se não houver algo mais palatável que "a pele", então a união estará fadada ao fracasso.




  Talvez minha colega esteja sentindo os efeitos de seu equívoco.É bem provável que um relacionamento "sem liga" gere frustração, obrigando a pessoa a buscar autoafirmação em olhares masculinos; que para se sentir 'viva' precisa atrair a atenção do sexo oposto.

  Quando passamos a depender de outrem para que possamos nos sentir melhor conosco, é um sinal claro que nossas vidas estão fora do "prumo".

  O mesmo acontece com um homem infeliz, devido às suas escolhas precipitadas, que se entrega a eventuais casos extraconjugais para compensar o que pensa não ter dentro da própria casa




  Pessoas perdidas que se 'auto-iludem ' com os devaneios nas ruas, e que ignoram a realidade cruel dentro do lar. Depois têm a coragem de amaldiçoar o amor.



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