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sexta-feira, 2 de novembro de 2012

O FURACÃO SANDY E A MÍDIA IDIOTIZADA
























   Nos últimos dias a imprensa brasileira (em especial a emissora que todos amamos odiar) fez uma cobertura das consequências do furacão Sandy (depois baixou para tempestade),que deixou mais de 30 mortos nos EUA e bilhões em prejuízos materiais.
























   O mais estranho é que, enquanto o furacão devastava o Caribe (em especial Cuba, Jamaica, República Dominicana e Haiti) era sonoramente ignorado pela mídia tupiniquim. Foi só quando diminuiu de intensidade (ainda sim ,com efeitos devastadores) e atingiu a terra do Tio Sam é que teve cobertura exaustiva.





























   Pelo que foi demonstrado, para os "principais" veículos de comunicação brasileiros, a América Central não existe. A geografia mostra o Brasil (e muitas vezes,apenas parte dele) ,depois pula direto para os EUA,ignorando os demais países entre nós e os americanos. Mas de onde vem esse ranço imperialista? É possível mudar o perfil da imprensa brasileira a médio prazo? Difícil dizer. Mas bastaria que se fizesse a lição de casa para que não se comprometesse a ética,a imparcialidade,o senso investigativo e a visão crítica. Enquanto houver essa "mídia perversa" que seleciona o que nós devemos ver (e a forma de acompanhar os eventos) veremos o mundo por um prisma estreito,voltado apenas para os interesses escusos de meios de comunicação que ,ao invés de priorizarem a noticia,a verdade,nos brindará apenas com as coisas que lhe sejam úteis e rentáveis.

  O mesmo conceito serve ,tanto para as ações dos EUA ao redor do mundo (suas invasões,suas guerras sem fim,sua truculência e jogo sujo nos bastidores da geo-política) quanto para Israel e sua mania de brutalizar palestinos,ao roubar suas casas e, conseguinte suas  vidas. De novo,nós não temos acesso a esse tipo de informação. E nem teremos. Enquanto não for conveniente para o establishment, não saberemos a verdade absoluta. Somente a 'verdade' que a mídia quer nos mostra,ou seja, a verdade relativa.



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