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segunda-feira, 13 de maio de 2013

Jornalismo de Mentira? A Gente Vê Por Aqui




Como levar a sério uma emissora cujo departamento de jornalismo é uma farsa? Que possui uma linha editorial tendenciosa e parcial, submetendo suas notícias ao crivo de chefes de redação e diretores de jornalismo acostumados a flertar com o poder, seja ele quem for?

Um compêndio de erros que, inacreditavelmente, a coloca como a “principal” emissora do país. Como? A lógica e o bom senso não explicam.

Nessa comédia de erros, estão alguns exemplos medíocres de mal jornalismo que, aparentemente, deram certo:

* Um comentarista político como Alexandre Garcia, antigo porta-voz da presidência do ditador João Figueiredo, expoente da era Collor, pronto para reproduzir, palavra por palavra, as suas falas demagógicas. Hoje tenta se redimir criticando o governo em favor da população;


(Alexandre Garcia no humilhante papel de 'aspone' do presidente/ditador João Batista de Oliveira Figueiredo)



* Uma ex-atriz decadente (Sandra Annenberg), que como apresentadora faz uso de um “bordão”, tal qual um comediante sem graça, para “comentar” as notícias;

(Sandra em uma participação no seriado Bronco; sua atuação sem talento algum deve tê-la convencido a buscar outras atividades)


* As relações perigosas de alguns jornalistas com a Polícia Federal; sendo público, soa estranho que apenas a Rede Globo tenha acesso às investigações e às operações do órgão. É a primazia do “furo jornalístico” fazendo estragos na credibilidade da PF;


(César Tralli, adentrando a Polícia Federal, disfarçado como um deles, para entrevistar Paulo Maluf; o ardil custou caro à sua combalida credibilidade)


* Todas as afiliadas tem uma mini equipe do G1, o portal de notícias das Organizações dos Marinhos, responsável pela troca constante de informações entre as emissoras e a chefia de reportagem na Central Globo de Jornalismo (CGJ) quem, é claro, controla o que será (ou não) veiculado;




* Se o evento (esportivo ou não) de grande relevância é exclusivo de uma emissora concorrente é solenemente ignorado pelos jornalísticos da casa;




* Um programa dominical (Fantástico), quase uma revista televisiva que se dispõe a ignorar os fatos e se ater ao sensacionalismo barato em troca de alguns pontos na audiência;



* Telejornais diários que falam superficialmente sobre os assuntos e, convenientemente, evita ir a fundo a temas de relevância e que eventualmente possam causar ranger de dentes em aliados e/ou patrocinadores;

* Manipulação de informação levando o telespectador a acreditar no que a emissora quer, ocasionando muitas vezes o pré-julgamento, como no caso da Escola Base.


Estes e tantos outros fatos lamentáveis que denigram a imagem de uma tão combalida emissora de TV, cujo história está atrelada ao regime militar e suas truculências.
Estes embaraços, aos poucos, vêm causando problemas para a Globo, já que a internet tem se mostrado uma concorrente de peso por permitir que os desmandos e as farsas montadas pela “Vênus Platinada” venham a público. Há pessoas que preferem passar horas nas redes sociais, em especial o Facebook, do que assistir aos telejornais da emissora carioca.


Talvez a Famiglia Marinho tenha ido longe demais com seus planos de dominação da mídia brasileira. Uma hora a ‘bolha’ estoura.



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