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domingo, 26 de fevereiro de 2012

MORAL EM CONCORDATA



  Nesse vai-não-vai da saída de Ricardo Teixeira da malfadada CBF,onde,claramente,os poucos jornalistas sérios desse país,acabaram se precipitando, ao divulgar precocemente sua queda da presidência da entidade,sobrou para o futebol brasileiro.Ao ver que vazou sua previsível saída,provavelmente durante o carnaval,para não chamar tanto a atenção,voltou atrás e cancelou a rebelião das federações estaduais,cujos presidentes estavam ávidos por dar o golpe no sucessor imediato,o ex governador José Maria Marin,que 'embolsou' uma medalha que seria destinada a um dos jogadores do Corinthians pela conquista da Copa São Paulo,no dia 25/01.

   O mais estranho é que boa parte da mídia ou pouco falou sobre a possível saída de Teixeira ou omitiu por completo o assunto.A dúvida é sempre se um jornalista que defende uma pessoa que chafurda em supostos escândalos de corrupção,também tem desvio de caráter,até por contaminação.Quando um grupo de comunicação (seja tv,jornal,rádio ou o que for) até por interesses financeiros opta pela mentira,pelo conchavo,por cumplicidade (rabo preso) acaba prestando um desserviço à nação e descaracteriza o princípio do jornalismo sério: ser crítico,imparcial e investigativo;registrar o fato e nunca provocá-lo.

E quanto aos clubes que chegaram a esboçar um movimento de revolução e acabaram se acovardando novamente por medo de uma certa emissora de televisão,já passou da hora de perderem o medo dela,afinal a ex toda poderosa parece,hoje,um pitbul velho.Não morde,pois não tem mais dentes,não mais vitalidade para perseguir os outros com a ferocidade de outrora,mas por ser um pitbul ainda é temida.Vive da fama de de décadas passadas.Novamente,quem perde é o futebol brasileiro,como sempre.




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