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domingo, 25 de agosto de 2013

O Trabalhador Americano Trabalha Por Dois





Se já é desgastante trabalhar para sustentar um governo inepto, imagine para dois governos de países diferentes.

Essa é a realidade do contribuinte americano. Trabalha e muito, e a ainda assim, não tem um sistema de saúde público ou de educação superior nos Estados Unidos. Os financiamentos das casas (as hipotecas) estão entre os mais caros do planeta; a geração de empregos é digna de países de Terceiro Mundo e a economia privilegia os investidores (agiotas) de Wall Street, deixando as finanças internas sempre no limite.





E sem nada destas coisas, consegue sustentar a indústria bélica mais cara do mundo e mantém a peso de ouro o Estado de Israel e todas as suas atividades escusas.
Uma nação que vive em conflito regional há décadas, mas não produz riquezas suficientes para arcar com desatinos militares, acaba se tornando um país parasita, dependente de outra pátria soberana. Resultado: o trabalhador médio dos EUA labuta por dois.

Os demais países do Oriente Médio (com raras exceções, é claro) tem o petróleo para sustentar seus respectivos crescimentos. Israel mal produz para consumo interno; que dirá para seus projetos tacanhos de dominação local. Sua produção interna é apenas e tão somente para não entrar em colapso. Sua economia é digna de países africanos, mas esbanja como se fosse uma superpotência mundial. Tudo graças ao suor alheio.

A história dos judeus contemporâneos remonta supostamente aos hebreus e seus fictícios líderes de outrora (Moisés, Davi, Salomão, Josué). E naquela época já viviam de expropriar terras de nações legítimas, explorar ou matar povos inteiros. Tal qual nos dias atuais, também não tinham absolutamente nada além do essencial para se viver. Mas os devaneios megalomaníacos já eram natos e ter ‘o suficiente’ era indigno de um povo “eleito por deus”.

Até hoje essas ações mesquinhas continuam a pleno vapor. Pelo visto deve ser um grande negócio ser um PAÍS-PARASITA.


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