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quarta-feira, 5 de junho de 2013

"EU SOU BRADLEY MANNING"




Vídeo em apoio ao soldado Bradley Manning, que ousou denunciar a imoralidade dos Estados Unidos no Iraque e foi preso por isso. Ele está há mais de 1100 dias preso. Ficou incomunicável durante esse tempo e sem direito a um julgamento (que começou nesta semana). 


Sua família não pode ter acesso a ele e seu advogado pouco o viu durante seu encarceramento. 


A situação do soldado americano é mais dos imbróglio que escancara a incompetência da administração Obama. Promissora no começo, mas tornando-se mais e mais parecida com a de seu antecessor, George Bush.


O fascismo que acomete o governo de Barack Obama (surpreendente ganhador de um prêmio Nobel da "paz"), com seus drones, sua incompetência, seus escândalos pessoais (grampos de jornalistas, o atentado que vitimou seu embaixador na Líbia, os desvios do órgão que recolhe o imposto de renda) e todo seu desdém pela humanidade, parece ter extrapolado todos os limites. Talvez o caso de Bradley sirva para colocar o presidente americano em seu devido lugar e buscar resolver problemas domésticos de maneira racional.




Bradley contou com a ajuda de seus familiares e amigos. Usando (e muito) as redes sociais, eles conseguiram uma exposição alta que começou a constranger a administração do presidente americano. Forçado a prestar atenção no caso, Obama culpou o Wikileaks por ter divulgado o vídeo, comprometendo a segurança nacional. Na verdade, tanto o soldado quanto a organização de Julian Assange prestaram um serviço à humanidade. Denunciaram as monstruosidades cometidas pelo exército dos EUA em terras estrangeiras. 


Barack obama se elegeu prometendo mudanças. Foi eleito e cumpriu à risca a agenda de seus doadores de campanha, esquecendo-se, convenientemente, dos milhões de compatriotas que viam nele  tão aguardada mudança. Traiu a todos e culpa um simples soldado das Forças Armadas por algo que foi apenas humanitário, já que Bradley se recusou a tomar parte no ato bárbaro e denunciou, acertadamente, os desvios de conduta dos colegas. O planeta agradece.






Demorou, mas a classe artística dos EUA entendeu e começou a se mobilizar. Antes tarde do que nunca.

                                                  

                                'EU TAMBÉM SOU BRADLEY MANNING'.





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