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sábado, 28 de abril de 2012

TV COSA NOSTRA


























Quem disse que a decadência alheia não pode ser apreciada e/ou comemorada?

E o ano de 2013 foi ainda pior para a emissora dos irmãos Marinhos.

Novelas, futebol, Fantástico e, principalmente, seu produto mais importante no que tange à massificação e manipulação da opinião pública, o Jornal Nacional foram brutalmente atingidos.





Excelente notícia para quem aprecia o pluralismo de opiniões e  a maior diversidade das empresas de comunicação, hoje um monopólio doentio, que permanece há décadas nas mesmas mãos dos mesmos barões, com os mesmos pensamentos feudais.

Em outros países da América do Sul, como a Argentina, Venezuela e Paraguai, o problema foi atacado de frente. Por aqui, a discussão sobre o assunto esbarra no medo vigente que a Dilma tem da Globo. Uma atitude bem covarde, para quem num passado nem tão distante assim, foi uma guerrilheira combativa que visava um país melhor.

Direitos adquiridos pelas emissoras não significam que sejam perpétuos. Nesse ponto, o Brasil anda na contramão do século XXI.




Enquanto houver o executivo pra bancar a farra, a Globo vai manter seu poderio econômico como se estivéssemos na década de 80, mas com uma audiência digna da Rede Bandeirantes dos dias de hoje.


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