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terça-feira, 17 de abril de 2012

ERRARE HUMANUM EST





  

Religiões, salvo raras exceções, sempre seguiram o caminho tortuoso de degradar a mulher. Esse atavismo histórico permanece, em menor escala,até hoje pelo mundo afora.

Entre ser proibida de se pronunciar dentro da igreja (Bíblia), até ser considerada cidadã de segunda classe (Torá,Alcorão), passando por fogueiras e até apedrejamento em alguns países africanos, por acusações de bruxaria, em pleno século XXI as mulheres tem tido uma existência das mais difíceis.

Graças ao homem e suas limitações costumeiras baseadas em sua insegurança e visão estreita. Dizem que a história é escrita pelos vencedores. Talvez seja por isso que muitos livros, ditos sagrados, tentam desesperadamente mostrar a mulher como alguém a ser escravizado. 

Se pela ótica masculina as mulherers não podem se pronunciar em uma igreja, têm que estar abaixo do homem, devem rezar em separado ,não podem ministrar um culto (seja ele qual for) e nem tem o direito de ser ouvidas na hora de tomar decisões pela comunidade da qual faz parte, então a tese da "criatura que veio da costela", em que muitos incautos acreditam, parece que realmente se tornou uma verdade absoluta.Triste.

Talvez seguir coisas como Liberdade, Fraternidade e Igualdade, tal qual está na bandeira da França possa ser mais útil como instrumento de evolução para tratar a mulher com o devido respeito do que livros, pretensamente ditados por Deus. 

Quem é perfeito não faz distinção de seus filhos, nem ensina a discriminação entre os mesmos. Pena que muito fanático religioso não pensa assim.

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