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sábado, 28 de abril de 2012

A MORAL DA IGREJA CATÓLICA EM CONCORDATA







Não obstante a tentativa do Papa Francisco em mudar a imagem combalida da Igreja, os esqueletos no armário ainda permanecem.

O vaticano é uma grande empresa. O antigo CEO, Bento XVI, desgastou, e muito, o nome da companhia. Com a chegada de um novo "executivo", havia a necessidade de se mudar o que estava dando errado.

Menos ostentação (retirou o trono banhado a ouro, os sapatos caríssimos e os ornamentos de luxo), mais sorrisos (Ratzinger tinha um sorriso amarelo e forçado, além de ser assustador) e mais contato com o povo --o que significava pegar menos no pé dos que antes eram "persona non grata" dentro da instituição.

Ele tem agradado e se tornou bem quisto, até por quem não nutre simpatia pela Igreja Católica. Mas, ainda é insuficiente para limpar o nome do Vaticano no que tange aos seus escândalos de abusos de menores. Isso implicaria em admitir publicamente que houve acobertamento descarado por parte dos chefões, mas daria uma cara nova a uma igreja combalida e carcomida pelo tempo. 

Seu ranço medieval faz com que as coisas pareçam não mudar. Enquanto não houver vontade legítima de expurgar os demônios que habitam os porões do Vaticano, a "Santa Sé" padecerá do mal que ajudou a criar e acobertar. 

Até lá, haja carisma de papas para se manter os fiéis alheios ao mal que habita os porões da Igreja Católica.




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