quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Pai De Atriz para distribuição de filme após filha continuar internada em um Manicômio depois de terminar as filmagens






(MMD Newswire) -- A história chocante da brasileira estudante de fotografia , Liziane Villimir (25), internada em um hospital Psiquiátrico após a filmagem na Inglaterra, tomou direção dramática depois que o pai da atriz decide processar a produtora Inglesa se o filme for lançado, como previsto, nos próximos meses.
O filme inicialmente criado para testar " O Efeito Lúcifer " (The Lucifer Effect Film), com o objetivo de examinar oque acontece quando pessoas são trancadas em lugares obscuros e diabólicos .A filmagem foi interrompida pela polícia após denuncia de um dos produtores sobre um incidente envolvendo Liziane e um outro participante.
Liziane , originalmente de São Paulo , teve que passar pela análise de 28 médicos britânicos antes de ser liberada para retornar ao Brasil. O Sr. Burke, diretor do filme foi então contactado pela polícia local e convidado pelo programa "primeira televisão" para uma entrevista após a emissora encontrar Liziane em estado deplorável em uma favela em Salvador durante a filmagem do programa "Notícia Urgente ", sobre o crime de drogas, quase um ano e meio mais tarde .





O Sr. Burke viajou para o Brasil, para prestar depoimento à polícia local sobre os acontecimentos durante a filmagem no Manicômio na Inglaterra dizendo que na época estava muito preocupado com a saúde e bem estar de Liziane , porém , após ela passar por uma revisão médica, foi liberada e voltou para o Brasil com todos os sinais de uma recuperação completa ,entretanto , médicos do hospital psiquiátrico onde ela está sendo tratada no momento dizem que ela voltou a ter momentos de agressão prolongada e surtos psicóticos . Como resultado o Sr. Villamir contactou as autoridades em São Paulo, dizendo que sua filha foi trancada em um manicômio e teve que assinar os formulários de liberação antes da filmagem de um filme que foi anunciado no site BuyaMovieRole.com, sem saber que se tratava de um experimento social e não um filme de horror como anunciado. O médico que trata Liziane confessa ," Nos já tentamos inúmeras terapias e medicações , nada parece ter melhorado e a condição da paciente piora a cada dia . Há algo muito errado e não conseguimos descobrir o que é . Sem a informação adequada e o total conhecimento do que aconteceu na Inglaterra é difícil continuar . Não há nada que possamos fazer a não ser a sedação para aliviar sua dor e raiva. Eu nunca presenciei um caso como este , onde uma garota doce e agradável se torna tão cheio de raiva e agressiva sem razão aparente . "



> O diretor de cinema, Sr. Burke, se recusou a ser entrevistado desde que deixou o Brasil. Acredita-se estar escondido na França, continuando com os planos para finalizar e lançar seu filme. Um porta-voz legal da gravadora britânica iniciou o pedido de revogação do processo contra o Sr. Burke iniciado pelo Pai de Liziane, alegando que esta é uma reivindicação impossível, pois coloca em questão que a incorporação espírita de fato existe, um assunto que ninguém pode ter absoluta certeza.
Nós rastreamos o Sr. Matt Williams da Brit Invasion Pictures em Londres que está lidando com a distribuição do filme.Ele afirmou: " O Sr. Burke está em férias prolongadas, mas estamos felizes de que todas as questões jurídicas foram resolvidas . Não prevemos qualquer problema no lançamento do filme em um futuro muito próximo e o Sr. Burke deseja que a senhorita Villimir se recupere rapidamente. "


   Confira o trailer abaixo :







Cortesia da fotografia de "Primeira Televisao".



A história de uma mulher valente e a omissão de Havelange






da ESPN -Brasil (por Lúcio de Castro)



Nem a barbárie dos anos de chumbo apagou algumas histórias incomparáveis de coragem, dignidade e valentia. Boa parte delas foi escrita por mães, avós e mulheres de vítimas da truculência. Aqui não há espaço para dúvidas: desafiadas em seus instintos mais primitivos, tais como proteger a cria, abrigá-las das intempéries e dos inimigos predadores, descobriram coragem que jamais haviam imaginado.

Mulheres-coragens como Zuzu Angel, já citada por aqui. Destemida em sua luta pelo filho, capaz de enfrentar o mundo. Outras tantas foram assim, por seus filhos, netos ou maridos. Dona Iramaya Benjamin, a mulher que desconheceu o medo por seus filhos... Dona Helga, com seus três filhos pendurados no colo batendo de porta em porta nas masmorras da ditadura brasileira atrás de seu marido... Outras tantas...O capítulo “Argentina”, que abriu ontem “Memórias do Chumbo – O Futebol nos Tempos do Condor” está cheio delas. Maria Ester, a avó inansável de Mariana Zaffaroni, nenhuma luta pode ser mais nobre. A história dessas mulheres compõe um dos mais belos capítulos da história da humanidade, em sua coragem sem limites, desconhecida até por elas. 

Uma dessas mulheres espetaculares foi uma das protagonistas do programa de estreia. Glorinha Paranaguá é um nome muitas vezes associado a socialites e “madames”. Poucas coisas podem ser mais equivocadas. Provavelmente o equívoco era por mim cometido também. Até conhecer a história dessa mulher. “Muita gente acha que sou dondoca”, sorriu ao acabar seu depoimento, diante do meu visível estado de quem se refaz com a história contada por ela. 

Glorinha Paranaguá tinha tudo para ser uma “dondoca” realmente. Mulher de embaixador, frequentadora dos melhores salões do mundo...Até que um dia seu filho Paulo Antônio é preso na Argentina. No auge da ditadura Videla. É aí que começa uma das mais impressionantes histórias de luta sem tréguas de uma mãe. 

Como o marido precisava seguir cumprindo suas funções diplomáticas no mundo árabe, Glorinha não teve dúvidas: se mudou para o inferno em que havia transformado-se a Argentina. Em nome do filho. Por 6 meses percorreu os mais abjetos porões da ditadura daquele país sem uma informação. O filho seguia incomunicável em La Plata, sinistra masmorra argentina. Ia para baixo e para cima, sabendo que as condições de segurança eram zero. Seguida muitas vezes. Sem jamais medir esforços. Intercalando com vindas ao Brasil para obter apoio. Como conta, vendo o cinismo de alguns símbolos da ditadura bater a porta em sua cara. Jamais desistiu. Viu o Bispo de Buenos Aires sair correndo pelos fundos da catedral para não recebê-la. Sem desistir. Bateu em todas as portas. Sempre indo ao inferno para ver o filho, já localizado. 

Nas visitas, frequentemente via mães companheiras daquele suplício avisadas de que o filho já não estava mais ali. Não estava mais em lugar algum. Seguia sua luta. Nunca pensou nos salões que frequentava nessas visitas. “A cela horrorosa, eu podia ficar lá no fundo. Ele tinha emagrecido horrores, pele e osso. Filho a gente faz qualquer coisa, dá uma coragem, coisa impressionante. Não imaginei que a gente pudesse chegar a isso, mas a gente chega. E coragem pra enfrentar essa gente toda”.
Seu depoimento é marcante. Batidas todas as portas, recorre a uma última ideia: João Havelange, o presidente da FIFA. A Argentina que seria sede estava ameaçada pelo escândalo de ser palco de tortura e genocídio. Diante do pedido da mãe-coragem, cujo pai tinha sido presidente do Fluminense e portanto respeitado por Havelange, o mandatário da FIFA faz um acordo com Videla. O filho de Glorinha e a namorada seriam soltos e ele garantia a realização da copa. Assim foi feito. Nada mais legítimo do que a ação de uma mãe desesperada. Salvou a vida do filho pela sua força inesgotável.

A ação de Havelange seria uma das poucas a serem louvadas nesses anos todos, não fosse a sequência dos fatos: o genocídio que ali ocorrria, encoberto pela Copa do Mundo. O homem que diz não misturar política e futebol fechou os olhos para todo o resto. Liguei para o escritório de Havelange sem retorno.

Trinta e quatro anos depois, o acordo de Havelange e Videla é confirmado nesse capítulo incial da série. O argentino Pablo Llonto havia contado a história em seu “A Vergonha de Todos”, no entanto sem confirmação das partes. Em entrevista para a Folha de São Paulo de 26 de junho de 2008, Havelange confirma o encontro com Videla e o pedido pela libertação do filho de Glorinha Paranaguá. E omite a contrapartida na entrevista para a Folha.  (O esclarecimento sempre vale para que os pobres de alma que vivem a pensar tudo como uma corrida, um manual de jornalismo e se arvoram a mais responsáveis do que os outros. Não são. E não entenderam nada. Recordando Niemeyer, “muito mais importante é a vida”. Mas se por acaso a confirmação dessa história for anterior, não fará a menor diferença. O bom disso tudo é ter contado tudo isso. Nunca serão...). 

Quando fui gravar com Glorinha Paranaguá, sua primeira fala foi sobre os trinta e quatro anos sem contar aquela história. A segunda foi um doce pedido para que a entrevista acabasse antes do início de “Avenida Brasil”, então bombando nas telas. Guardarei sempre a lembrança do depoimento daquela mãe-coragem. Provavelmente nem ela entenda que foi capaz de toda via-crucis que percorreu. De toda coragem. Não deixa de rir um pouco provocativa ao ironizar que “pensam ser ela uma dondoca”. Afinal, podem ter existido mulheres guerreiras naqueles anos. Tal e qual Glorinha Paranaguá. 

Guardarei para sempre também os depoimentos de Mariana Zaffaroni, que abre o capítulo. Conto e reconto a história por aí como quem quer botar para fora a síntese de um tempo bárbaro para que se tenha a dimensão da estupidez. Guardarei para sempre também a expressão de Ercilia Pensado, que toda quinta-feira está na Plaza de Mayo exigindo a verdade sobre o desaparecimento de seu marido há mais de três décadas. Guardarei para sempre o olhar de Cláudio Morresi, ex-jogador, que teve um irmão assassinado. Nunca vi olhar mais triste. 

Guardarei para sempre o depoimento de Graciela Daleo. Tinha tanta coisa para entrar no capítulo... Depoimentos de jogadores, histórias inacreditáveis. Nunca consegui cortar o depoimento de Graciela Daleo que encerra esse capítulo “Argentina”. Vinha, voltava da edição, mais minutos de cortes eram necessários, para o desespero de Fábio Calamari e Alê Vallim. Ali nunca consegui cortar. Nunca parei para pensar se era a opção mais certa. Nem irei parar. Se outras coisas deveriam entrar. Quem sabe mais depoimentos dos jogadores...Tinha tanta coisa... Não era possível cortar aquele último depoimento. Pelo menos eu não conseguiria. O retrato surreal de um tempo surreal. Uma final de Copa sendo jogada a 700 metros de um campo de concentração...Nunca mais!

Ps- “Memórias do Chumbo – O Futebol nos Tempos do Condor” prossegue hoje com “Chile. Amanhã com Uruguai e encerra na sexta com Brasil. Argentina e os outros terão reprises.

Ps2- Os versos que seguem abaixo são do dilacerante poema de Ana Maria Ponce, a Loli, 26 anos, mãe de um filho de 3. Companheira de Graciela Daleo no campo de extermínio da ESMA. Escrevia escondida como podia. No começo de 1978, foi chamada pelos oficiais da ESMA. Sabia que era a senha para a morte. Sempre que acontecia, o convocado não voltava. Conseguiu se despedir da companheira de prisão. E passar escondida um pacote com escritos. Poemas, anotações, relatos daqueles dias... Graciela guardou escondida e conseguiu botar para fora da ESMA os poemas de Loli. Pela coragem de Graciela ficou a memória de Loli. Que partiu algemada diante do olhar das companheiras. Uma companheira relatou a cena: “Foi com dignidade. Caminhando como uma rainha. Apesar dos grilhões. Com seus olhos claros, a pele branca e mais livre do que seus assassinos”.
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POEMA DE ANA MARIA PONCE (Loli)
(vítima do campo de extermínio da ESMA)

Quero saber como se vê o mundo
me esqueci de sua forma,
de sua insáciável boca,
de suas destruidoras mãos,
me esqueci da noite e do dia,
me esqueci das ruas percorridas.

Quero saber como é o mundo,
não recordo dos rostos,
nem das árvores, nem das luzes,
nem das fábricas, nem das praças,
nem da dor lá fora,
nem do riso de depois.
Quero saber como se vê o mundo,
faz tanto que não estou,
faz tanto que meus pés não se cansam pelos passeios,
faz tanto tempo que meus olhos não se queimam com a luz,
faz tanto tempo que sonho
a inapreensível sensação de liberdade,
faz tanto, mas tanto,
que não tenho meu alimento natural,
de vida, de amor, de presente,
e estou, apesar de tudo isso,
apesar de não acreditar,
estou juntando umas palavras,
que me deixem recordar
como poderia ver o mundo...

Ana Maria Ponce (Loli)






terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Soldado americano e a guerra sem fim









  Na Guerra do Iraque, originada na administração Bush, e continuada com orgulho pelo 'mais do mesmo' Barack Obama, as vítimas não sabiam porque morriam e os soldados americanos ainda não descobriram porque( ou por quem) matavam.

  Um conflito imoral (como todos os conflitos bélicos),cujo comportamento do governo americano foi o de provar que 2+2 são 5; ou seja,que havia armas de destruição em massa. 








   (Na foto um soldado norte-americano aponta a arma a uma criança ferida pelo próprio)  


O pior não foi a mentira deslavada ter sido contada, mas porque houve eco na "imprensa" americana. Jornalistas fizeram das teses surreais de Bush e cia, a verdade mais que absoluta. Sem contestações. Exatamente o oposto do que deve fazer um jornalista sério. E não foi só o malfadado canal de Rupert Murdoch,a Fox News (a Globo dos EUA); CNN, ABC, NBC, CBS e outros, se venderam mais fácil do que o governo imaginava.

  Aos soldados americanos foi vendido uma ideia de que deveriam deter o Tio Sadam de seus projetos de vilania. quando na verdade estavam fazendo o serviço sujo de um dos maiores genocidas da história, George W. Bush. Ele e seu politburo particular planejavam saquear as reservas de petróleo do Iraque e saciar a ganância de seus colaboradores de campanha e o Establishment que o levou à Casa Branca.

  Bastou que os caixões com soldados americanos mortos, cobertos com a bandeira voltassem para casa, para que a opinião pública se desse conta de que as coisas não eram tão coloridas quanto lhes fora contado.






Leia também :


Terra da Liberdade; Lar dos Corajosos...Sério? 



  Com integrantes das forças armadas mortos, ou mutilados, ou traumatizados (a famosa "Neurose de Guerra") surgiram movimentos pelo país inteiro, protestando contra mais uma guerra insana ( mais uma com envolvimento dos EUA,  e mais uma financiada pelo contribuinte americano). 

  No vídeo acima , o corajoso soldado Jon Michael Turner faz um mea culpa público,mostrando com detalhes ( e fotos) os crimes bárbaros  cometidos por ele e por seus colegas marines. Ele denuncia o que o Alto Comando os mandava fazer e a repugnância que o acometia, após atos tão monstruosos. 

  Seu gesto, no início do vídeo, de atirar suas medalhas e todas as suas condecorações  ao chão é um simbolismo de quanto uma guerra é inútil e imoral. E que ganhar premiações por tirar vidas de civis que defendiam seu país lhe pareceu absurdo. Por isso o ato extremo de jogá-las com raiva. 

  É incontestável que guerras produzem apenas quatro coisas :

* órfãos
* viúvas
* aleijados
* miséria

 E os que as criam, os Senhores da Guerra, sempre saem vitoriosos.





segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

A melhor definição sobre os Estados Unidos...




   A melhor definição sobre os Estados Unidos :



"Um país que foi fundado por donos de escravos, que queriam se tornar livres. Então eles mataram um monte de brancos ingleses para que eles pudessem continuar sendo donos de seus negros africanos, para que eles pudessem dizimar o resto dos índios pele vermelhas e rumassem para o Oeste roubar o resto das terras dos mexicanos pardos, dando a eles um lugar para decolarem e lançar bombas atômicas nos japoneses amarelos!
  Sabe qual é o lema que os EUA deveriam adotar? você nos dá uma cor e nós acabamos com ela!!!"



             George Carlin (humorista americano)





domingo, 16 de dezembro de 2012

O Obama, Quem Diria, era um Cara Legal!!






  Como todo político que faz questão de enfatizar que é diferente, Barack Hussein Obama fazia discursos que elevava, e muito, as expectativas com relação a sua pessoa. A princípio se mostrando a antítese de George Walker Bush, suas palavras seduziram multidões (mundo afora), sua retórica rebuscada encantava os deserdados da administração mais bélica da história, mas suas promessas de campanha transpiravam mentiras. Principalmente pelo grau de comprometimento que um presidente americano deve ter com o Establishment . Ainda sim ,seu predecessor fez dele um salvador da pátria, alguém que viria em respostas as preces dos menos abastados; ele, com sua atitude e falácia messiânicas fez dos EUA o país da esperança.

  Nesse vídeo fica claro que ele até tinha ideias próprias e pouco ortodoxas, mas que claramente não se encaixariam no 'status quo' americano.

  Ainda sim, por carência, desespero ou alienação plena, as pessoas acreditaram. Ou seria melhor dizer que "compraram a ideia". Deu no que deu : um presidente sem carisma, com inúmeras falsas promessas nas costas, e dificuldade em se desvencilhar do perigoso sistema, das armadilhas criadas por ele mesmo. O candidato veio até com slogan feito : "Yes we can". Tudo como manda o figurino. Mas a realidade é impiedosa. Assim como o choque ao encarar a verdade.













sábado, 15 de dezembro de 2012

Terra da Liberdade; Lar dos Corajosos...Sério?




    Estranhamente chamados de potência mundial, de país de primeiro mundo, maior democracia do mundo,os EUA parecem a antítese disso.

São peritos em :

* golpes de estado (em países em que não compartilham de sua visão de mundo; e quando não conseguem derrubar o mandatário local, fazem de tudo para desestabiliza-los, apoiando a oposição local, incentivando a derrubada do regime, como ocorreu na Venezuela quando Chavez ousou aumentar o preço do barril do petróleo cobrado do Tio Sam, ou para desacreditá-lo perante a comunidade internacional)

* conspirações;

* genocídios;

* manipulações;

* ingerências em outras administrações;

* intolerância;

* desrespeito aos direitos humanos;

* promover e/ou financiar regimes totalitários( desde que sejam alinhados a sua "filosofia" ), como ocorreu nos regimes militares na América Latina, dando suporte logístico e financeiro às ditaduras militares que aterrorizaram as pessoas;

* construir as melhores engenhocas bélicas para dizimar seres humanos,seja in loco, ou do modo teleguiado;





 
Mas são incapazes de :

 * fabricar um carro decente (os orientais já estão à frente faz tempo);

* produzir um televisor ou um Blu-ray eficientes (de novo,os orientais);

* não tem uma siderúrgica que preste (até o Brasil é páreo nesse ramo);

* não sabem educar os jovens (há 3 décadas os estudantes americanos eram os primeiros em matemática e física; adivinhe quem os suplantaram ,também, nesse quesito);

* são incapazes de dar uma assistência digna aos idosos;

* prover um sistema de saúde digno para os concidadãos;

* são referência negativa no que tange a assassinatos em locais públicos por psicopatas (escolas e shoppings,principalmente)





  Mas sabem, como ninguém, bombardear e invadir países. Com maestria. E sempre convencendo as pessoas que isso é normal, necessário e porque foram provocados primeiro. Chegam a manipular a mídia, impingindo a ideia que a morte de civis inocentes em países do Oriente Médio são,na verdade, morte de "terroristas" (crianças com idade de 5 e 7 anos...). E tudo em nome de uma tal de democracia.

  Principalmente se os países habitarem pessoas "morenas". Não porque representem um perigo. Apenas porque são "morenas".

  Se o mundo é um local em constante perigo,vivendo uma eminente 3ª guerra mundial, os americanos são plenamente responsáveis por esse clima de insegurança.

Uma nação que opta por defender interesses corporativos, em detrimento das necessidades básicas de seus cidadãos, não pode ser considerado um país sério.

  O que vale são os seus próprios interesses, seus próprios jogos de poder. ELES podem ter armas nucleares,assim como seus aliados. Mas os desafetos, não. ELES tem poder de vida e morte. Os "inimigos, não. ELES podem interferir em outros países; os seus detratores...sem chance. ELES podem prender, torturar e vilipendiar soldados estrangeiros. Mas se um soldado americano comete atos cruéis contra outrem (estupro,execuções contra civis desarmados) eles refutam totalmente a possibilidade de permitir que o mesmo seja levado ao Tribunal Penal de Haia. Em sumo, somente a verdade e a realidade americana tem vez no cenário mundial.

  Mas vá dizer tudo isso a um cidadão americano. Ele vai surtar e dizer que você não é democrático,que tem inveja do país dele e que pode te considerar, a partir desse momento,um inimigo pessoal. Seria como tentar doutrinar "Homer Simpson". Afinal,os EUA são formados,basicamente, por pessoas que tem um nível intelectual semelhante ao famoso personagem dos desenhos da FOX.





quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Brasil,Ame-o ou Deixe-o (ao menos, durante a Copa)






   O ex presidente americano, John F. Kennedy disse uma vez : "Não pergunte o que seu país pode fazer  por você, e sim o que você pode fazer por seu país".

   Na teoria, muito bonito, dá até uma ótima frase de caminhão. Mas na prática, não é assim que funciona. Nem nos EUA, muito menos por estas bandas.

  No vídeo, o catador de papelão (desculpe,mas seu nome não é citado,infelizmente) faz alusão a um processo que acontecerá em todas as cidades-sedes da Copa do Mundo de 2014 : a "limpeza social". Ou seja, todos aqueles que não são 'economicamente viáveis' serão banidos do entorno dos estádios, durante o evento. O que será feito com estes brasileiros,sofridos e abandonados,durante um mês, é um incógnita.

  Com situações absurdas e surreais como esta fica difícil levar a sério slogans governamentais como "Brasil - um país de todos" ou " País rico é país sem pobreza".




   O mais lamentável dessa história, não foi o esforço para se realizar a Copa no Brasil, pelos cartolas, não foi a ganância com que os empreiteiros viram na oportunidade de conseguirem de volta o que tanto investiram nas eleições nos seus páreos favoritos, nem a ânsia dos políticos ávidos por tentar se dar bem, em mais uma falcatrua.

   Mas o silêncio omisso e, muitas vezes conivente da imprensa com o sistema e a passividade da população brasileira, que consegue reunir milhões na Parada Gay, em eventos Gospel, em partidas de futebol, inclusive com discussões calorosas em torno destes assuntos, mas que quando se trata de uma situação gravíssima como esta , não há motivação suficiente. A realização do evento, automaticamente, significa a NÃO construção de hospitais e a melhora urgente no atendimento hospitalar Brasil afora, que NÃO HÁ MENOR CHANCE de se levar saneamento básico a milhões de brasileiros carentes e miseráveis, que escolas e creches NÃO SÃO RELEVANTES para os brasileiros e que a nação, DEFINITIVAMENTE, não aprendeu nada com aquela geração que,mesmo sem liberdade, sem acesso a informação por completo (diferente de hoje) e sem perspectiva de estar vivo no dia seguinte, ainda sim honrava a pátria. Mesmo quando eram ameaçados ("Brasil - ame-o ou deixe-o) ainda sim não esmoreciam. Saudades desse Brasil...