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domingo, 13 de maio de 2012

MOMENTO DR.HOUSE(O DIA DAS MÃES)






















  Sério que para se homenagear mães,tem-se um único dia pré-determinado e obrigatório?E devemos levar em conta que o consumismo desenfreado é justificável e até necessário,pra compensar falhas diversas como filhos?A conta parece injusta.Somente um dia pra se celebrar e 364 dias,pra se esquecer.

Bom,no papel de filho falível que sou,acho que o tal dia das mães só corrobora a tese de que o consumismo,derivado direto do capitalismo exacerbado,usurpou o significado original da data(e da intenção inicial).

Façamos o seguinte:em anos futuros,um dia podemos esquecer das mães e nos outros 364,lembremos com vontade e sinceridade --já que parece uma obrigação dar um presente(portanto,uma convenção social,que soa forçada).O resto é desculpa esfarrapada pra se gastar desenfreadamente e vergonhosamente(como se 'objetos' fossem compensar por meses,ou anos,ou uma vida inteira de ingratidão...).

Afinal,se os comerciantes em geral,consideram a melhor data(financeiramente)depois do natal,então há algo de muito errado  com essas datas,ditas,"comemorativas".



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