quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Deus,Cadê Você?





















































Nas redes sociais, a derrota de Israel...











Se a mídia esconde,as redes sociais mostram Aqui a verdadeira demonstração de apoio nas redes  para a Palestina. O noticiário mostra o quanto a torcida por Gaza está na internet. Enquanto isso o Fuher,quer dizer, Benjamin Netanyahu padece com seu discurso fascista.


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Deus,Cadê Você?





terça-feira, 20 de novembro de 2012

Jornal The Independent revela como Israel se vinga de crianças que atiram pedras





do site Pragmatismo Político



O menino, pequeno e frágil, está lutando para ficar acordado. Sua cabeça pende para o lado, a certa altura caindo sobre o peito. “Levanta a cabeça! Levanta!”, grita um dos interrogadores,estapeando o menino. Mas ele a essa altura não parece mais se importar, porque está acordado por pelo menos doze horas desde que foi tirado de casa e separado dos pais às duas da manhã, sob a mira de uma arma. “Eu gostaria que vocês me soltassem”, ele choraminga, “assim eu poderia dormir um pouco”.

Durante o vídeo, de quase seis horas, o palestino Islam Tamimi, de 14 anos de idade, exausto e amedrontado, é continuamente pressionado, a ponto de começar a incriminar homens de sua vila e a tecer lendas fantásticas que, acredita, seus tormentadores querem ouvir.

Estas imagens raras, vistas pelo Independent, oferecem uma janela num interrogatório israelense, quase um rito de passagem que centenas de crianças palestinas acusadas de atirar pedras enfrentam todo ano.

Israel tem defendido fortemente seu comportamento, argumentando que o tratamento dados aos menores melhorou vastamente com a criação de uma corte militar juvenil dois anos atrás. Mas as crianças que enfrentaram a dura justiça da ocupação contam uma história bem diferente.



                                 (Menino se urina ao ser capturado por soldados de Israel)


“Os problemas começam muito antes de as crianças serem trazidas para o tribunal, começam com a prisão delas”, diz Naomi Lalo, uma ativista do No Legal Frontiers, um grupo israelense que monitora os tribunais militares. É durante os interrogatórios que o destino da criança “é decidido”, ela diz.

Sameer Shilu, de 12 anos, estava dormindo quando soldados derrubaram a porta da frente da casa dele uma noite. Ele e o irmão mais velho sairam do quarto com os olhos embaçados para encontrar seis soldados destruindo a sala-de-estar.

Checando o nome do menino na carteira de identidade do pai, o oficial israelense parecia “chocado” quando viu que precisava prender uma criança, disse o pai de Sameer, Saher. “Eu disse, ‘ele é muito jovem: por que você o quer?’ ‘Eu não sei’, ele respondeu”. Vendado e com as mãos dolorosamente atadas por algemas plásticas nas costas, Sameer foi colocado em um Jeep, com o pai gritando que não tivesse medo. “Nós choramos, todos nós”, o pai diz. “Eu conheço meus filhos; eles não atiram pedras”.

Nas horas que antecederam o interrogatório, Sameer foi mantido vendado e algemado, sem poder dormir. Eventualmente levado para um interrogatório sem um advogado ou parente presente, um homem o acusou de participar de uma demonstração e mostrou imagens de um menino atirando pedras, dizendo que era ele.

“Ele disse, ‘este é você’ e eu disse que não era eu. Então ele me perguntou, ‘quem são eles?’ e eu disse que não sabia”, Sammer conta. “A certa altura, o homem começou a gritar comigo, me agarrou pelo colarinho e disse ‘eu vou jogar você pela janela e te bater com um pau, se você não confessar’”.

Sameer, que se disse inocente, teve sorte; ele foi solto algumas horas depois. Mas a maior parte das crianças é amedrontada a ponto de assinar uma confissão, sob ameaça de violência física ou contra as famílias, como a da retirada das permissões de trabalho.

Quando uma confissão é assinada, os advogados geralmente orientam as crianças a aceitar um acordo e a servir uma sentença de prisão, mesmo que não sejam culpadas. Alegar inocência quase sempre representa longas ações no tribunal, durante as quais a criança quase sempre fica presa. Sentenças em favor das crianças são raras. “Numa corte militar, você deve saber que não deve procurar por justiça”, diz Gabi Lasky, uma advogada israelense que representou crianças.






Existem muitas crianças palestinas em vilas da Cisjordânia sob a sombra do Muro israelense da separação ou de assentamentos judaicos em terras palestinas. Onde grandes protestos não-violentos se deram como forma de resistência, existem crianças que atiraram pedras e patrulhas de Israel nessas vilas são comuns. Mas advogados e grupos de defesa dos Direitos Humanos protestam contra a política de Israel de tornar alvo as crianças de vilas que resistem à ocupação.

Na maioria dos casos, crianças de até 12 anos de idade são arrancadas da cama à noite, algemadas e vendadas, ficam sem dormir ou sem comida, são submetidas a longos interrogatórios e então forçadas a assinar confissões em hebreu, um idioma que poucas tem capacidade de ler.
O grupo de Direitos Humanos B’Tselem concluiu que “os direitos dos menores são severamente violados, que a lei quase sempre fracassa na proteção de seus direitos, e que os poucos direitos dados a eles sob a lei não são implementados”.

Israel alega que trata os menores palestinos no espírito de sua própria lei para jovens mas, na prática, este é raramente o caso. Por exemplo, crianças não deveriam ser presas à noite, advogados e parentes deveriam estar presentes durante os interrogatórios e é preciso ler os direitos para as crianças presas. Mas Israel trata isso como comportamento recomendando, não como exigência legal, e os direitos das crianças são frequentemente violados. Israel considera jovens israelenses como crianças até 18 anos, enquanto palestinos são vistos como adultos a partir dos 16 anos de idade.

Advogados e ativistas dizem que mais de 200 crianças palestinas estão em prisões israelenses. “Se você quer prender estas crianças, se quer julgá-las”, diz a srta. Lalo, “tudo bem, mas faça isso de acordo com a lei de Israel. Dê a elas os seus direitos”.

No caso de Islam, o menino do vídeo, a advogada dele, srta. Lasky, acredita que o vídeo é prova de sérias irregularidades no interrogatório.

Em particular, o interrogador não disse a Islam que ele tinha direito de ficar calado, e o menino foi ouvido sem a advogada, que tentou vê-lo mas não conseguiu. Em vez disso, o interrogador pediu a Islam que contasse tudo a ele e aos colegas, sugerindo que se fizesse isso ele seria solto. Um interrogador sugestivamente socou uma das mãos, fechada, na palma da outra.

Ao final do interrogatório Islam, chorando entre soluços, sucumbiu aos interrogadores, aparentemente dando a eles o que queriam ouvir. Numa página de fotografias, a mão do menino se moveu sobre as imagens, identificando moradores da vila que mais tarde seriam presos por protestar.

A srta. Lasky espera que a divulgação do vídeo mude o tratamento das crianças presas nos territórios ocupados, em particular na forma como são usadas para incriminar outros, o que advogados alegam é o principal objetivo dos interrogadores. O vídeo ajudou a conseguir a soltura de Islam, do presídio para prisão domiciliar, e pode levá-lo a ser inocentado das acusações de atirar pedras. Mas, neste momento, um Islam silencioso não acredita em sua sorte. A metros de sua casa em Nabi Saleh fica a casa de uma prima, cujo marido está preso à espera de julgamento junto com uma dúzia de outros com base na confissão do menino.

A prima é magnânima. “Ele é uma vítima, ele é apenas uma criança”, diz Nariman Tamimi, de 35 anos, cujo marido, Bassem, de 45 anos, está na prisão. “Não devemos culpá-lo pelo que aconteceu. Ele estava sob enorme pressão”.
A política de Israel tem sido bem sucedida num sentido: criar medo entre as crianças e evitar que elas participem de futuras manifestações. Mas as crianças ficam traumatizadas, sujeitas a pesadelos e a molhar a cama à noite. A maioria acaba perdendo o ano escolar, ou abandona a escola.

Os críticos de Israel dizem que a política em relação às crianças palestinas está criando uma nova geração de ativistas com os corações cheios de ódio contra Israel. Outros dizem que ela mancha o caráter do país. “Israel não tem nada que prender estas crianças, julgá-las ou oprimí-las”, a srta. Lalo diz, com os olhos marejados.
“Elas não são nossas crianças. Meu país está fazendo muitas coisas erradas e as justificando. Nós deveríamos servir de exemplo, mas nos tornamos um estado opressor”.


Números de crianças detidas
7000. O número estimado de crianças palestinas detidas e processadas pelos tribunais militares israelenses desde 2000, de acordo com relatório do Defesa Internacional de Crianças Palestinas (DCIP)

87. Porcentagem de crianças submetidas a alguma forma de violência física durante a custódia. Cerca de 91% tiveram os olhos vendados em algum momento da detenção.

12. A idade mínima de responsabilidade criminal, conforme estipulado pela Ordem Militar 1651.

62. Porcentagem das crianças presas entre meia-noite e 5 da manhã.








segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Alguns Ficariam Orgulhosos de Tamanha Monstruosidade...




  Enfim, Israel conseguiu exterminar vários terroristas palestinos. Fotos dos meliantes abaixo :












































Missão cumprida pela Gestapo de Israel. O povo que se diz "escolhido por deus" deve estar muito orgulhoso desse feito. Parabéns a eles...Enquanto isso, o holocausto palestino continua.


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Momento Constitucional





CONSTITUIÇÃO FEDERAL


Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:


I - construir uma sociedade livre, justa e solidária;
II - garantir o desenvolvimento nacional;
III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;
IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.



sábado, 17 de novembro de 2012

Todo Mundo Odeia o Benjamin




  Declaração do ministro do Interior de Israel, Eli Yishai, declarar, neste sábado (17) : "o objetivo da operação é enviar Gaza de volta à Idade Média; só assim teremos sossego pelos próximos 40 anos".






 Por menos do que isso Mahmoud Ahmadinejad foi duramente criticado pela comunidade internacional. Ao dizer que não aceita a existência do Estado (ilegal,diga-se de passagem) de Israel,e não reconhece o holocausto judaico,o presidente do Irã recebeu reprimendas de vários líderes mundiais. Estranho notar que declaração digna de Hitler, proferida pelo ministro israelense passou  incólume, inclusive pelo único padrinho do estado judaico, os EUA. Obama opta por declarar apoio ao "aliado" de longa data. Mas a verdade é que Israel tem se mostrado um peso, um incômodo à administração americana. Nos bastidores da Casa Branca já há os que pensem, seriamente em deixar Benjamin Netanyahu à deriva de seus próprios desmandos. Ele age como um adolescente desvairado, que tem uma arma potente na mão com licença plena para matar e que, ao menor sinal de contrariedade alheia ou desaprovação à suas atitudes, ele recorre  ao irmão mais velho, para este o socorra. Assim os Estados Unidos tem agido nas últimas décadas, no que tange a política irresponsável do aliado mais antigo no Oriente Médio.







"Estamos preparados para uma operação terrestre em grande escala, se for necessária, mas vale destacar que se o Exército entrar em Gaza não pode parar na metade, tem que ir até o final", declaração feita pelo ministro das Relações Exteriores israelense, Avigdor Lieberman. Foi exatamente isso que Hitler disse,mas em relação à Polônia, em 1939. O tom de ameaça,as ações descabidas, o desrespeito aos civis e a sede doentia por sangue são mais próximas das ações dos nazistas,do que gostaria de admitir o governo de Israel. 








  A mídia (principalmente a brasileira) mantém seu viés radical de direita e deixa transparecer seu apoio,ainda que velado, aos israelenses. Ignoram coisas básicas como o fato de palestinos terem sido vítimas durante décadas de invasão por parte do agressor Israel. Tudo que lhes fora tomado (suas casas, sua dignidade e a vida de muitos palestinos) foi pouquíssimo divulgado pela imprensa corrompida. E ainda sim são tratados como "grupos extremistas". Então, durante a segunda guerra mundial, os aliados poderiam ser considerados como radicais ou extremistas. Tudo é uma questão de ponto de vista. O de Benjamin Netanyahu é estreito,como sua mente. Suas técnicas de gestapo há muito não convencem; ao contrário, dão a verdadeira dimensão de sua ação na Faixa de Gaza : exterminar, por completo, um povo. 


  E a blitzkrieg sempre acontece em períodos sazonais: após as eleições americanas e próxima do pleito israelense. Bizarra coincidência. 







 

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Fósforo branco: crianças palestinas são queimadas vivas por Israel em Gaza

Ativista esmagada por escavadeira militar é culpada pela própria morte, diz juiz de Israel


 Netanyahu lembra muito uma conterrânea sua: Golda Meir, um dos maiores monstros da política de Israel. O mesmo ódio pelos árabes, o mesmo desprezo pelo resto da humanidade, o mesmo desejo por sangue, a mesma insubordinação às determinações da ONU (que proibiu o estado judaico de desenvolver armas nucleares e,ainda sim, foi ignorada por completo) e a mesma visão estreita de se achar integrante de um povo dileto,escolhido por deus, daí a mania de achar que "pode tudo". Se Israel é o povo preferido de deus,então tá explicado o porquê da humanidade estar nessa situação degradante sociológica e moralmente falando; e provado que deus é imperfeito.





O Penico e Meus Ouvidos





de Alcione Quadros (publicado originalmente no Informativo NUPEP)



   "Chego a uma repartição pública e eis que vejo um local bem limpo, arejado com cadeiras para eventuais esperas e...para minha surpresa,não há filas.

     Atravesso o imenso salão vazio me sentindo especial : sou a única cliente. Chego ao balcão e atrás dele vários funcionários estão reunidos em uma rodinha...Envolvidos com a conversa  parecem não notar minha presença. Aguardo que terminem o assunto para que eu possa fazer minha solicitação.

    Uma das atendentes olha pra mim sorridente e continua a conversar. Como todos falam alto pude ouvi-la dizer que o casamento lhe fizera bem, que engordou alguns quilinhos depois que casou, e, que antes não tinha bunda e agora passou a ter, e isto fez com que minha autoestima se elevasse. Os colegas a olham de alto a baixo e comentam que, realmente, ela ficou mais bonita depois que casou.

   Sinto-me afrontada! Somente eu de cliente e ninguém me atende! Penso: "Será que eles só atendem quando há fila? Não pode ser!" Quase entro em desespero!

   Bem, tento me consolar pensando que, se eles esperam formar uma fila eu seria a primeira a ser atendida!

   Mas o presente é tão insultante que o futuro não me consola! Continuo me sentindo afrontada...Além disso,o baixo nível da conversa faz doer os meus ouvidos. Resolvo, então, participar do bate-papo e de onde estou me dirijo à mocinha : "Moça, se você agora já tem bunda, por que motivo continua defecando pela boca?"

   No mesmo instante a rodinha se desfez e um deles vem me atender. Não está sorridente como há pouco...

   Eis que ouço, "meio que de raspão", um dos funcionários que se distanciam, dizer a outro: "Trabalhar atendendo o povão não é nada fácil". E o outro concorda plenamente com acintoso balanço vertical da cabeça..."


(publicado originalmente no Informativo NUPEP - Núcleo de Pesquisas Psíquicas ANO XI, Nº 26)