quinta-feira, 17 de setembro de 2015

O machismo nosso de cada dia...




o texto é da jornalista Nathalia Ziemktewicz.


"Você andou dizendo por aí que não sou "mulher pra casar" porque "me comeu" no primeiro encontro. E, portanto, "não me valorizo". Talvez você imagine que estou arrasada por não receber mais suas mensagens. Deixa eu te contar uns segredos. Quem disse que eu quero me casar? Que, se eu quisesse, seria com você? Não foi você quem CONSEGUIU me comer, fui eu que DECIDI te dar. A lógica é inversa. Eu me valorizo tanto que não preciso da opinião alheia para saber quem sou e quanto valho. Valorizo o que eu sinto, não represo meu desejo nem finjo ser outra para agradar seus padrões moralistas. Se você categoriza garotas assim, EU é que não te considero "homem pra compartilhar a vida". Quero um cara que me enxergue muito além desse seu critério.





Porque, se eu transei na primeira ou na vigésima vez, não faz a menor diferença. Eu continuo gostando de Rolling Stones, cuidando da minha avó doente, planejando a próxima viagem exótica, passeando com a minha cachorra, tentando entender as raízes históricas da guerra entre Israel e Palestina, pagando minhas contas, cozinhando o melhor feijão do planeta, morrendo de rir com as amigas que cultivo desde a infância, sendo elogiada pelo meu desempenho profissional... A sexualidade é apenas uma das minhas facetas. Mas, para você, ela é nota de corte. É suficiente para me tornar desinteressante aos seus olhos. Entende como o seu machismo diz muito mais sobre você do que sobre mim? E quão rasa é a sua percepção sobre as pessoas?


A verdade é que tô aliviada. Agora EU posso fugir de você. Homens com esse tipo de atitude não aceitam mulheres bem-sucedidas, aquelas que eventualmente têm um salário maior que o deles. Também jamais admitiriam que eu tenha tido uma vida sexual ativa antes de conhecê-los. Ou que eu saiba fazer um boquete incrível ("onde essa vagabunda aprendeu isso?") e fantasie com um ménage. Não duvido que me encheria de porrada se descobrisse que guardo um vibrador e me masturbo com frequência ("ela tem prazer SEM mim?"). Homens desse naipe tentariam me proibir de encontrar as amigas para beber, regulariam o tamanho da minha saia e fuçariam o meu celular. Credo.


Definitivamente, você só serviu para uma trepada mesmo. E, olha, confesso que esperava mais de você. Nunca namoraria um cidadão que não faz sexo oral e goza antes de me satisfazer. Acho meio antiquado e egoísta, sabe? O amor que eu almejo é generoso em todos os sentidos. Tem a ver com cumplicidade, igualdade e respeito. Veja, não estou convocando todas mulheres a transarem de cara. Estou defendendo o direito legítimo daquelas que tiverem vontade. Sem que essa atitude interfira na forma como elas serão tratadas no dia seguinte. O papo tá ótimo, mas agora eu preciso ir. Não imagine que te quero mal. Apenas não te quero mais."






domingo, 13 de setembro de 2015

MAIS UMA VÍTIMA DO ESTADO NAZISTA DE ISRAEL





Folke Bernadotte, conde de Wisborg (Estocolmo, 2 de janeiro de 1895 - Jerusalém, 17 de setembro de 1948), mais conhecido como Conde Bernadotte, foi um nobre e diplomata sueco, conhecido pela negociação da libertação de cerca de 31.000 prisioneiros de campos de concentração alemães durante a Segunda Guerra Mundial, incluindo 423 judeus dinamarqueses de Theresienstadt, que foram libertados em 14 de abril de 1945.

O conde era membro da Casa de Bernadotte, a família real sueca. Era filho do príncipe Óscar Bernadotte, duque de Götland e conde de Wisborg (que depois perderia o título de duque de Götland por não ter se casado com alguém pertencente à realeza ou alta nobreza - como dita a tradição nobiliárquica sueca -, mas permaneceria com o título nobiliárquico de conde de Wisborg, por este título ser do Luxemburgo) e da princesa Ebba Bernadotte, condessa de Wisborg (nascida Ebba Henrietta Munck af Fulkila, sendo filha do nobre e militar, coronel Carl Jacob Munck af Fulkila, e da baronesa Henrica Cederström). Era neto da rainha Sofia (nascida princesa de Nassau) e do rei Óscar II da Suécia e Noruega, rei dos dois países até 7 de junho de 1905; e depois somente Rei da Suécia até à data da sua morte, em decorrência da separação dos dois países na data supracitada.

O conde casou com a americana Estelle Manville, então titulada Estelle Bernadotte, condessa de Wisborg, tendo sido o primeiro membro da realeza europeia a casar-se em território americano.

Após a aprovação do Plano de Partição da Palestina, em 29 de novembro de 1947, agravaram-se os confrontos entre judeus e árabes na Palestina, então sob mandato britânico.


Em 20 de junho de 1948, o conde foi escolhido pelo Conselho de Segurança da ONU para ser o mediador entre as partes em conflito, fazer cessar as hostilidades e supervisionar a aplicação da partição territorial da Palestina Mandatária. Foi o primeiro mediador oficial da história da organização. Todavia, pouco depois do início da missão, em setembro do mesmo ano, Bernadotte foi assassinado em Jerusalém, pelo grupo sionista Lehi. A decisão de matá-lo foi tomada por Natan Yellin-Mor, Yisrael Eldad e Yitzhak Shamir, que mais tarde tornar-se-ia primeiro-ministro de Israel.






sábado, 18 de julho de 2015

A VERGONHA DO CONGRESSO




Figura polêmica no Congresso Nacional, Eduardo Cunha sempre se notabilizou por escândalos e polêmicas. Leia AQUI para entender mais sobre seu passado.

Mas foi à frente da Câmara dos Deputados que seu caráter ficou exposto para que todos, inclusive para aqueles que não o conheciam, pudessem entender que tipo de pessoa ele realmente é.

Agora que também foi denunciado por corrupção (receber propina de 5 milhões) saiu atirando para todos os lados, prometendo vingança e retaliação contra tudo e todos.

Isso diz mais sobre quem ele é, do que sobre as acusações que lhe são feitas.

Abaixo um compacto dos piores momentos de sua "gestão" como presidente da Câmara:
















































































quarta-feira, 1 de julho de 2015

Seria o Apóstolo Paulo uma Farsa?




O Paulo fabricado

De onde veio o super-apóstolo Paulo?
Como parece provável, Marcião (Marcião de Sínope - ou Marcion , 85 — 160 (75 anos)) foi um dos mais proeminentes heresiarcas durante o Cristianismo primitivo.) criou o que viria a ser o Novo Testamento, e Paulo foi adicionado como um mensageiro para suas próprias idéias, e ele, Marcião, quase certamente usou material biográfico de sua própria vida , especialmente na luta pelo poder que ele travou com o coletivo, em Roma. Marcião, como sendo "Paulo", isoladamente sabia a verdade, um mistério manifestado a ele por revelação.



Como um magnata de Sinope (um porto do Mar Negro, a cem quilômetros ao norte da Galácia) Marcião possuia independência financeira e foi capaz de viajar bastante. Em um certo ponto ele mesmo financiou a igreja em Roma, antes de ser excomungado e retornado para o leste. Ele teria se familiarizado com as rotas marítimas e os perigos inerentes que configuram tão proeminentemente a história Paulina. Para dar a sua teologia "autoridade" ele teve de se projetar para trás em uma "era apostólica" e escolheu o nome Paulo (que significa "pequeno" ou "humilde") como reflexo de sua própria posição.

Quando o catolicismo comandou a criação de Marcião, os romancistas em Roma, sem dúvida, teriam usado as obras de Josefo para todos os fins dos cristãos, obras estas que forneceram a eles material adicional. E aqui eles encontraram Paulo (Saulo), um aristocrata de Herodes com um caráter desagradável. Este material se tornou o núcleo do preâmbulo da história de Paulo e sua "vida no judaísmo". A vida de Josefo foi secretamente saqueada: episódios na biografia do historiador judeu foram usados para construir a história de Paulo, e em particular o NAUFRÁGIO a caminho de Roma.

Josefo não era apenas um historiador. Antes da guerra, ele havia sido nomeado pelo sumo sacerdote Ananias como governador da Galiléia e, [...] Um dos grupos de bandidos que ele teve de lidar em torno de Tiberíades era liderada por um bandido chefe chamado ... JESUS.
"Então, Jesus , filho de Sapphias [magistrado chefe de Tiberíades], um daqueles que já mencionamos como o líder de um tumulto sedicioso de marinheiros e pessoas pobres , nos impediram, e levou consigo certos galileus, e colocaram fogo no palácio inteiro ... Jesus e seus partidários mataram a todos os gregos que eram moradores de Tiberíades, e como muitos outros como eram os seus inimigos antes da guerra ter começado".
- Josephus, Vida 12.

De onde vieram as idéias que ajudaram a construir Paulo/Saulo?

Atos 26: 1-2 - Saulo é um homem poderoso e ganha acesso ao rei Herodes Agripa. Plagiado de Josefo (War, 2, 17).

Atos 13:1 e Romanos 16:11 - Saulo é um parente de Herodes Agripa. Plagiado de Josefo, (War, 2, 17).

Atos 9:1 - Saulo usa de violência e saqueia os mais fracos do que ele. Plagiado de Josefo (Antiguidades 20.9.4)

Atos 9:29-3 - Saulo, como outros judeus ricos, foge de Jerusalém por causa dos perigos. Plagiado de Josefo (War 2, 20.1)

Atos 9.22,24 – Tentativa de conversão em Damasco é causa de assassinato: Os judeus convenceram suas esposas sírias locais a praticar o judaísmo. Isso causou ressentimento, as pessoas se voltam contra os judeus, aprisionando-os no ginásio para matá-los. Plagiado de Josefo (War, 2, 20.2)

Atos 17:1415 - Saulo (e amigos) são enviados para a Grécia (Acaia). Saulo espera convencer César Nero de sua inocência. Plagiado de Josefo (War, 2, 20.1)

Atos 24:24-26 - O Procurador espera de um suborno de pessoas presas em uma ofensa trivial. Plagiado de Josefo (Antiguidades 20.9.5).

Adicional estudo:

Hermann Detering, O falsificado Paulo, Cristianismo No início do Crepúsculo (Journal of Criticism Superior, 2003)
AN Wilson, Paul, a mente do Apóstolo (Sinclair-Stevenson, 1997)
John Ziesler, cristianismo paulino (Oxford, 1990)
Edward Stourton, Nos passos de São Paulo (Hodder & Stoughton, 2004)
J. Murphy-O'Connor, Paul, A Vida Critical (Clarendon, 1996)
J. Murphy-O'Connor, Paul, His Story (Oxford, 2005)
Daniel T. Unterbrink, Judas, o Galileu (iUniverse, 2004)
Daniel T. Unterbrink, Mentiras do Novo Testamento (iUniverse, 2006)

Jay Raskin, A Evolução de Cristo e cristianismos (Xlibris, 2006)

Link original:





quarta-feira, 10 de junho de 2015

Coisas que a direita precisa saber









1. Esquerda não é sinônimo de socialismo ou PT.

2. A maioria dos países que a direita exalta são liberais inclinados a esquerda

3. Israel NÃO é uma democracia

4. Bolsonaro não é de direita

5. Não existe livre mercado

6. Socialismo não é comunismo

7. Nazismo é de extrema direita

8. Se Jesus existiu ele era negro

9. Os judeus não amam os cristãos

10. Quanto mais rico um país, maiores são suas políticas de igualdade

11. Marx escreveu livros além do manifesto comunista

12. Não existe neo ateu

13. Nos países desenvolvidos há benefícios sociais

14. Pobre de direita é uma anomalia

15. Deus não escreveu nenhum livro

16. Sexo não é só para reproduzir.

17. Os médicos defendem o aborto até a décima segunda semana de gestação

18. Homossexualismo não é doença 

19. Uma feminista não representa todo o movimento

20. Vingança não é justiça

21. Os militares não chegaram ao poder por voto popular

22. As pessoas não precisam de religião para ser boas

23. Existem muitos pobres nos Estados Unidos

24. Guerra às drogas não funcionou em lugar algum do mundo

25. Cerveja e cigarro fazem mais mal a saúde que maconha

26. 80% das armas usadas em crimes foram compradas legalmente no Brasil

27. Tamanho do PIB não define qualidade de vida

28. Opinião diferente faz parte da democracia

29. Hitler era cristão

30. A Rússia salvou o mundo dos nazistas

31. Criacionismo não é ciência

32. O capitalismo matou milhões

33. O cristianismo matou milhões

34. Socialismo não é sinônimo de ditadura.

35. Meritocracia existe onde as condições para competir são similares 

36. Greve é um direito constitucional

37. Os socialistas também podem comprar desde que tenham dinheiro

38. Não existe anonimato na internet

39. Falar a palavra Deus não torna ninguém cristão ou religioso
 
40. Se Marx é culpado pelos erros dos marxistas, Jesus é culpado pelos erros dos cristãos.





segunda-feira, 11 de maio de 2015

QUANDO A POLÍTICA E A IMPRENSA COMEÇARAM A SE CORROMPER...




Os desmandos da mídia tupiniquim, aliados aos escândalos dos políticos não são propriamente uma novidade. Antes de operações como a Lava-Jato, Zelotes e Suiçaleaks havia coisas que denegriam, tanto os barões da imprensa, quanto os integrantes do Executivo e Legislativo. O problema é que as coisas ficaram bem mais graves recentemente.

Em 1989 tivemos a eleição mais acirrada da história. Até mais do que a de 2014. Naquele momento, boa parte da mídia optou por camuflar o passado de Fernando Collor, para facilitar sua ascensão ao Planalto. Manipulações, editoriais tendenciosos e acobertamento de atitudes imorais foram algumas das ferramentas de certos “jornalistas” para que o ‘Caçador de Marajás’ vencesse Lula.
O projeto deu certo, e os veículos de comunicação mudaram para sempre a política nacional.



Por causa desse episódio, especificamente, as regras ficaram mais rígidas, com o passar dos anos. Punições para aqueles que fizessem campanha abertamente começaram a aparecer, como nos episódios em que Carlos Massa, o Ratinho, ao proferir comentários contra Mário Covas, acabou custando um dia inteiro de punição para o SBT, em plena campanha eleitoral de 1998; mesmo ano em que a Record foi punida, por comentários tendenciosos de Gilberto Barros.

Mas essas eventuais limitações não eram suficientes para inibir alguns dos órgãos de imprensa acostumados ao jogo sujo. Revista Veja, jornais como a Folha de SP, O GLOBO, Zero Hora e Estadão foram colocando suas manguinhas de fora, sempre em prol do PSDB, assim como a Carta Capital erguia bandeira a favor do PT; um claro desserviço ao jornalismo brasileiro.

Mas enquanto as coisas se resumiam ao partidarismo das redações, o problema não era tão grave - ao menos para os padrões brasileiros. O problema começou quando a própria imprensa se viu envolta em escândalos de corrupção.


O maior e mais grave foi o da Rede Globo, ao qual boa parte dos coleguinhas ajudou a silenciar e acobertar. Segundo a Receita, houve “em essência, um disfarce para o verdadeiro negócio realizado, que foi a aquisição do direito de transmissão dos jogos da Copa, em vez da compra das quotas da empresa sediada nas Ilhas Virgens Britânicas”.





A mesma Globo cujo mandatário do “jornalismo”, Ali Kamel, faz campanha permanente contra o PT e pró Tucanos, há anos. A mesma que apoiou as manifestações do dia 15 de março contra a corrupção do governo Dilma. Triste, se não fosse cômico.

Mais recentemente, tivemos a descoberta que Carlinhos Cachoeira, o bicheiro mais influente do país, estava ditando as regras na redação da Veja.





E qual é a revista semanal de “informação” que mais cobra moralidade do governo federal?

Hipocrisias iguais a estas se tornaram frequentes, nas redações de boa parte dos veículos de comunicação. E não apenas na chamada ‘grande mídia’. Alguns blogs afeitos a proteger e blindar o PT, como os do Paulo Henrique Amorim e Luiz Nassif também partidarizaram a coisa. Ao blindar um, em detrimento da verdade, você compromete a essência do jornalismo: ser crítico, imparcial, investigativo; registrar o fato, sem nunca provocá-lo. Poucos por estas bandas fazem isso.

Pensa que a vergonha para por aqui? Ledo engano. Quando se pensava que a mídia nacional já tinha chegado ao fundo do poço, conseguiram achar um subsolo.

Tão ocupada e concentrada em esmiuçar os desvios do Partido dos Trabalhadores e aliados nas ações indevidas frente à Petrobras, que os maganos da comunicação esqueceram-se de encobrir os próprios rastros em suas próprias condutas imorais. E eis que surge o Suiçaleaks, uma lista de várias pessoas (empresários, artistas, políticos e JORNALISTAS) que mantinham contas secretas na Suíça, no banco HSBC. Enquanto miravam petistas, empreiteiras e poupavam tucanos na operação Lava Jato, os barões da mídia não viram o torpedo se aproximando.

A situação se torna mais patética quando percebemos que o único “jornalista” com acesso à lista, era Fernando Rodrigues, fantoche do grupo Folha, justamente o veículo cujos donos estavam na famigerada lista de sonegadores do Suiçaleaks. Um constrangimento atroz.




A princípio, Rodrigues optou por divulgar apenas 8 nomes, os mais propensos a constranger o governo. Não deu certo. De uma lista de quase oito mil brasileiros, era muito pouco. Um concorrente de Fernando, do jornal O Globo, conseguiu acesso à mesma lista e divulgou. E TCHAM!! Lá estavam os integrantes da família Frias (donos da Folha de SP e do Portal UOL) e até da viúva de Roberto Marinho, Lilly Marinho.

Houve um corre-corre para focar na parte da lista que citava apresentadores (Ratinho e Jô Soares), artistas (Maitê Proença, Claudia Raia) e outros peixes menores, mas não menos importantes. Os barões da mídia, sarcasticamente chamados de P.I.G. (Partido da Imprensa Golpista) tentavam, irmanamente se blindar.

Ainda assim, a caça aos larápios da Petrobras continuava. Como deveria ser feita por jornalistas dignos, o que não era o caso.

Surge, então, a Operação Zelotes. A Polícia Federal acredita que ao menos 12 empresas negociaram ou pagaram propina para reduzir débitos com a Receita. Os 74 processos abertos na operação somam R$ 19 bilhões. Segundo a PF, "já foram, efetivamente, identificados prejuízos de quase R$ 6 bilhões".




Mais um escândalo, mais uma vez um veículo de “imprensa” envolvido. Qual seria a moral de um grupo investigado pela Receita e pela Polícia Federal de criticar os desmandos de políticos, desafetos que destoam da vertente dos proprietários? Tanto a RBS, quanto o jornaleco Zero Hora usam editoriais para destilar todo o fel contra os que não são de sua turma. Um erro costumeiro de parte de uma mídia.

Talvez fosse a hora de cortar na própria carne, para mostrar que se há raposas em Brasília, claramente há em vários veículos de imprensa Brasil afora.

Nunca vimos tantos nomes de peso do jornalismo envolvidos em escândalos, em tantas ações imorais. O que leva alguém a perverter os ideais de uma profissão tão nobre? Como se chega ao ponto em que se encontra uma revista Veja, outrora formadora de opinião, hoje apenas um reduto de reacionários da pior estirpe? Gente que prefere ver o barco afundar só para mostrar que estavam com a razão. Mesmo sabendo que afundariam juntos.  

Em uma sociedade evoluída, poderíamos esperar que acontecimentos desse tipo poderiam ser isolados. Mas pelo histórico da imprensa nacional, pós-1989, as chances de escândalos assim não se repetirem são ínfimas.

Quem diria...Boa parte dos políticos está envolvida em atitudes ilícitas, assim como boa parte da imprensa. Andando de mãos dadas, juntos assaltando os cofres da Viúva.

Quem diria...