quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

PARA REFLETIR...



       "A esperança na bondade divina é o coroamento de uma vida digna"

                                         ALCORÃO


PRA REFLETIR...



APROVEITANDO QUE É ANO ELEITORAL...


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

TV COSA NOSTRA





       Em tempo -

  Na viagem da presidenta Dilma e sua comitiva a Cuba, foi de carona a equipe de jornalismo de uma certa emissora de televisão.Vício antigo que perdura desde o governo FHC,que se intensificou na administração Lula e parece não ter acabado no atual,a atitude,em si,causa constrangimento(em quem tem ética,para tal)por não poder dar isenção a um jornalista que prime por ser crítico,imparcial e investigativo(a raiz de um bom profissional).Justificar essa ação com a desculpa de não "haver voos regulares para a região" é de um cinismo atroz.

Afirmar,ainda,que o valor equivalente das passagens será doado ao programa Fome Zero,também é cascata.Em jornalismo sério,isso não acontece.Eu disse 'em jornalismo sério'.Pois se há algo que a emissora ,outrora chamada"líder de audiência",nunca teve foi seriedade,ética.Os interesses,não são os da Nação,e sim os de seus proprietários.Eles até tentam disfarçar com um pouquinho de verniz.Mas não é possível.Quem tem memória entende o porque.O passado sempre condena.


O NOVO VELHO MUNDO

            


Depois de séculos explorando os demais continentes a bel-prazer,e fazendo de vários países seus quintais particulares,é estranho ver a Europa numa situação tão delicada como a atual.




A zona do Euro foi criada há pouco mais de uma década para facilitar as transações comerciais com os vizinhos do continente e para fazer frente aos EUA,única potencia, até então, que nadava de braçadas na economia global.Os mentores do tal projeto foram seletivos ao escolherem os países que fariam parte do bloco,criaram regras rígidas e metas para cada país se ajustar aos demais e estipularam prazo para que tudo isso desse resultado.Se num primeiro momento tudo parecia dar certo,nos últimos anos,o vento virou.

Numa economia globalizada,se alguém espirra na Índia,resvala  em todas as bolsas de valores ,mundo afora. E se o ‘gigante’ americano dá sinais de fortes de declínio(afinal,guerra após guerra,num custo estimado de 800 bilhões,não há Superman que dê jeito),as coisas tendem a piorar ainda mais.Some-se a isso,a má administração de alguns países,sem compromisso com metas fiscais(Grécia,Portugal,Espanha,etc)e a confusão está formada.Nesse instante de desequilíbrio na economia de um dos integrantes do bloco ,toda a Europa sente o impacto.E,como sempre,Alemanha e França (como se sabe,o Reino Unido não é um integrante oficial)são chamadas a intermediar uma solução para evitar que todos os países quebrem.




Com taxas de desemprego altíssimas  --Portugal,com 14% e Espanha,com 23,5% --o bloco vai sobrevivendo as duras penas.Contando com o rigor fiscal(ainda que tardio)de alguns de seus integrantes e,eventualmente,com o auxílio do FMI,outrora recurso  frequente de países inconsequentes em sua economia interna(como o Brasil),hoje servindo de apoio para os conquistadores de antigamente.




E,como hoje já não se tem mais as colônias para se apropriar de seus espólios,de maneira compulsória,o jeito é se virar por conta própria.Quem diria...O velho Mundo envelheceu.E sem sequer uma “aposentadoria” para dias difíceis!




PARA REFLETIR...



        "Guardar ressentimento é como preparar um veneno para o inimigo,e tomá-lo voce mesmo."


                                WILLIAM SHAKESPEARE




PRA FRENTE BRASIL...




   E tem gente que dá mais atenção a BBB,ao que acontece em Brasília...Haja coração,amigo!!!

POLITICAMENTE CORRETO INC.




    Quando vemos notícias de que o mercado de trabalho está aquecido no Brasil, diferentemente da Europa,muitos acham uma excelente notícia. A mídia brasileira,então,trata do assunto com pompa e circunstância.Mas é para tanto? Criar empregos, ainda que num patamar menor do que 2011, é positivo,pois a crise europeia é grave e o mercado americano continua seu calvário,sobrecarregando a classe média (como sempre), e não dá sinais claros de recuperação. Pode-se dizer que o Brasil tem escapado incólume pelas turbulências das crises alheias --ou quase.

Dito isto,vamos aos fatos.O Brasil é o país do sub-emprego. O poder aquisitivo é pequeno(claro que melhorou com o advento do Plano Real),se comparado com as necessidades básicas do povo.E os empresários? Bom,a carga tributária brasileira beira as raias do absurdo.Para cada funcionário que ganha 800 reais,a despesa com o mesmo chega a dobrar.E por isso mesmo muitos ainda optam por não registrar,ou para manter boa parte dos rendimentos fora da folha de pagamento oficial (comissões, participações nos lucros, etc). E para o trabalhador?Bom,a ele(ou ela)somente as migalhas.A maioria tem dificuldade em conseguir um emprego com registro em carteira.Quando consegue essa façanha,trabalha pelo salário (que não é dos melhores) e, no máximo,pelo vale-transporte --acredite, há muitas empresas que nem neste quesito se dignificam a cumprir a lei.



Os chamados empresários grandes (e não grandes empresários,pois isso poderia passar a impressão errada de grandiosidade,que a imensa maioria não tem e nunca terá) em seus trabalhos internos de massificação de funcionários(geralmente em circulares,folhetos com pessoas sorridentes,jornaizinhos com frases de efeito,provavelmente tiradas de um para-choque de caminhão) fazem de tudo para manter o moral da tropa,que não é dos melhores,elevado.


Mas para estes mesmos empresários que se vangloriam de conceder diversos benefícios aos seus subordinados até uniforme,aquele apetrecho que serve para padronizar a tudo e a todos, é considerado um "benefício".As vezes até aquele convênio médico de quinta categoria,que lembra e muito,o SUS, também. Mas se levarmos em conta os descontos que são imputados aos empregados pela mesma companhia pela qual trabalham,aí o contracheque fica assustador.

Enquanto isso, os Senhores do Dinheiro, aqueles que são doadores de campanhas eleitorais compulsivos, que sempre conseguem manter o raio de ação dos sindicatos das categorias de seus empregados sob controle, continuam a reclamar do governo (que eles apoiaram) a reclamar da carga tributária (que eles não se esforçam para mudar) e a disparar distorções a seus subalternos, ao afirmar que uniforme é sim benefício,assim como a chance e a honra de trabalhar em sua imponente empresa sob sua magnânima presidência.

Mais barato,mais barato só no Brasil.